Conferência sobre Diabetes para a América Latina começa nesta quarta

Conferência sobre Diabetes para a América Latina começa nesta quarta

 

A Bahia foi escolhida pela World Diabetes Fundation (WDF) para sediar a Conferência sobre Diabetes para a América Latina. O evento acontece desta quarta-feira (30) até sexta (2 de julho), no Hotel Pestana, reunindo ministros da Saúde e autoridades em diabetes de 34 países, tendo o Ministério da Saúde do Brasil como co-patrocinador e o apoio da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), através do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba).

O encontro será oficialmente instalado às 18h, com a presença do secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, do professor Pierre Lefebvre, secretário da Fundação Mundial de Diabetes, do presidente da Federação Internacional de Diabetes, Jean Claude Mbanya, do conselheiro sênior para Prevenção e Controle de Doenças Crônicas da Organização Pan-Americana de Saúde, James Hospedalles, do diretor-assistente-geral da Organização Mundial de Saúde/Doenças Não-Transmissíveis e Saúde Mental, Alan Alwan, e do diretor do Instituto Nacional de Doenças Digestivas e Renais (EUA), Griffin Rodgers, entre outras autoridades.
http://www.jornalfeirahoje.com.br/materia/19759/conferencia-sobre-diabetes-para-a-america-latina-comeca-
Plano do governo pretende aumentar em 70% o número de transplantes no Estado

Plano do governo pretende aumentar em 70% o número de transplantes no Estado

Cerca de 2,7 mil gaúchos estão na fila de espera por uma doação de órgãos ou córneas

Em entrevista ao Programa gaúcha Atualidade, o coordenador do Complexo Regulador do Estado, Eduardo Elsade, relatou como deve funcionar o Plano Estadual de Procura de Órgãos e de Tecidos, que visa ao aumento do número de transplantes no Rio Grande do Sul. A meta do plano é que haja uma incrementação de 70% no número de doações no Estado.

Atualmente, 2,7 mil gaúchos estão na fila de espera por um transplante de órgãos ou córneas. Para tentar atender a esta demanda, serão criadas seis unidades de Organização de Procura de Órgãos (Opos), que, segundo o médico, serão compostas de "equipes médicas de intensivistas, cardiologistas e cirurgiões que irão fazer um monitoramento dentro das principais UTIs do estado na procura de possíveis doadores" e auxiliar hospitais em que há menos "tradição na doação de órgãos".

— A gente aumentou no Estado de maneira importante as UTIs no interior, mas algumas delas não têm tradição e equipes médicas que tivessem preparo para empreender o processo de doação de órgãos, que não é simples — explica Elsade.

A abordagem das famílias dos pacientes também é uma questão a ser discutida pelo projeto. De acordo com Elsade, "é frustrante" quando, no final do processo há uma negativa familiar.

O médico lembra que o Estado está investindo na informatização das unidades hospitalares. Dessa maneira, será possível ter informações, em tempo real, sobre todos os pacientes internados em UTIs no Rio Grande do Sul.

A expectativa de Elsade é que os resultados do plano sejam evidentes já no segundo semestre deste ano. Ao concluir, ele enfatiza a importância de cada doador:

— Um doador de órgãos pode beneficiar até nove pacientes que estão aguardando órgãos e tecidos.



ZERO HORA.COM
Plano busca acelerar as doações de órgãos

Plano busca acelerar as doações de órgãos

Projeto do Estado prevê o monitoramento nas UTIs à procura de doadores

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Para aumentar o número de transplantes de órgãos no Rio Grande do Sul, médicos serão escalados para fazer o monitoramento diário das Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) e acelerar os trâmites na busca a potenciais doadores. O Plano Estadual de Procura de Órgãos e de Tecidos espera incrementar em 70% o total de procedimentos no Estado ainda em 2010 – em 2009, foram concretizados 1.254 transplantes.

A proposta será apresentada amanhã a representantes do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Justiça do Estado. A estimativa de crescimento nos transplantes é do coordenador do Complexo Regulador do Estado, Eduardo Elsade.

– O grupo de médicos vai monitorar as UTIs diariamente, identificar os pacientes em diversos hospitais, fazer busca ativa de doadores, auxiliar os hospitais e as equipes de UTI na identificação de possíveis doadores e também farão viagens para retirada de órgãos – explicou Elsade.

A iniciativa é uma parceria com o Ministério da Saúde, que repassará R$ 120 mil por mês. Entre os primeiros municípios a participar estão Porto Alegre, Canoas, Passo Fundo, Rio Grande e Cruz Alta. Cada um terá uma equipe que dedicará parte do dia na função de monitorar o setor de transplantes. Eles poderão ser cirurgiões, intensivistas ou profissionais contratados.

No primeiro trimestre deste ano, foram identificados 97 potenciais doadores no Estado. Destes, 34 acabaram doando órgãos. As principais causas de impedimento identificadas foram a família não autorizar (24), parada cardiorrespiratória (24) e contraindicação (15).

A queda nos transplantes está no centro de uma preocupação no Estado. Desde 2007, o número de doadores vem caindo. Para reverter esse número, o Tribunal de Justiça criou a iniciativa Doar é Legal, que emite certificados nos quais os gaúchos manifestam o desejo de doar os órgãos. O Ministério Público também se mobilizou. Em parceria com o Via Vida Pró-Doações e Transplantes, Federação das Associações de Municípios (Famurs) e Fundação de Economia e Estatística (FEE) lançou outra campanha.

– O problema que estamos tentando superar é a obtenção de dados para a captação de órgãos. O Ministério Público já tem colaborado com o envio de formulários a cidades de todo o Estado para levantar informações sobre doação de órgãos – relatou a procuradora-geral do Ministério Público Estadual, Simone Mariano da Rocha.

Outro projeto que será apresentado amanhã é o novo sistema informatizado de Administração Geral dos Hospitais (Aghos). O programa reunirá informações em tempo real sobre consultas, exames, internações e listas de espera nas instituições de saúde gaúchas. O objetivo é diminuir filas, reduzir a lotação e melhorar a oferta dentro dos hospitais.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2954039.xml&template=3898.dwt&edition=14987&section=1003
Guarabira ganha nesta terça-feira Banco de Leite Humano e Centro de Hemodiálise

Guarabira ganha nesta terça-feira Banco de Leite Humano e Centro de Hemodiálise

O Governo do Estado está implantando o sexto Banco de Leite Humano da Paraíba e reabrindo o Centro de Hemodiálise do Complexo de Saúde do Município de Guarabira. O governador José Maranhão vai entregar à população do Brejo paraibano os dois serviços funcionando, às 17h desta terça-feira (29). Em 2002, o governo deixou a hemodiálise pronta, mas o serviço foi desativado e o prédio abandonado. Além de ativar esse serviço, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) também identificou a necessidade da instalação do banco de leite para incentivar o aleitamento materno e agilizar a assistência aos bebês prematuros, reduzindo as mortes infantis na região.

Tanto a hemodiálise quanto o banco de leite fazem parte do Complexo de Saúde do Município de Guarabira, que conta ainda com o Hospital Regional, maternidade, Hemonúcleo e laboratório. O secretário estadual da Saúde, José Maria de França, lembrou que o Centro de Hemodiálise foi fechado na gestão anterior, sob a alegação de que a água da região não era própria para o serviço.

Investimentos – “Com a desativação da hemodiálise, os doentes crônicos de Guarabira e região precisavam se deslocar até João Pessoa em busca de tratamento, ficando longe de suas famílias e correndo riscos desnecessários nas viagens. Se o problema era a água, a solução era simples: fazer o tratamento e não deixar a população desassistida. Foi isso que fizemos. Investimos em torno de R$ 220 mil somente no tratamento da água, fora todas as outras despesas com a reforma do prédio e a instalação do serviço”, afirmou José Maria.

O Centro de Hemodiálise de Guarabira foi terceirizado à Clínica Santo Amaro, que ganhou a licitação para a prestação do serviço. Somente com o serviço de tratamento de água foram gastos em torno de R$ 220 mil. No ano passado, o governo ampliou o Centro de Hemodiálise de Patos. Ainda este ano, a SES deve entregar os serviços de hemodiálise dos municípios de Cajazeiras, no Sertão paraibano, e Monteiro, no Cariri. Com esses novos serviços, os doentes renais crônicos – que precisam de até três sessões de hemodiálise por semana, com duração média de quatro horas, cada uma – terão tratamento assegurado em todas as regiões da Paraíba.

O banco – A diretora do Centro de Referência de Banco de Leite Humano Anita Cabral, Socorro Amaro, disse que o complexo hospitalar mantém um dos 12 postos de coleta de leite humano do Estado e que, agora, está ganhando um banco de leite, que vai permitir o processamento e a distribuição do leite coletado para toda a região. “O banco de leite vai incentivar o aleitamento e dar assistência direta aos prematuros que estão em unidades de terapia intensiva. Hoje, o leite coletado em Guarabira vai para o Centro de Referência, em João Pessoa, para ser analisado, processado e distribuído. Com o banco, esse processo será todo feito em Guarabira, agilizando o atendimento”, explicou.

Segundo a Subgerência de Engenharia da SES, o Banco de Leite vai funcionar em um prédio do complexo que estava ocioso e foi reformado e adaptado, com um investimento médio de R$ 50 mil. Os equipamentos foram adquiridos através de uma parceria com o Ministério da Saúde. O Complexo de Saúde de Guarabira fica localizado na Rua Prefeito João Pimentel Filho, 447, no centro daquela cidade.

http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=20100629065936&cat=saude&keys=guarabira-ganha-nesta-tercafeira-banco-leite-humano-centro-hemodialise

Minha mãe, eu e meu doador de orgãos (meu irmão amado)

Minha mãe, eu e meu doador de orgãos (meu irmão amado)

 

Área interditada no hospital do Fundão pode ser demolida

Área interditada no hospital do Fundão pode ser demolida

A direção do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, no Fundão, afirmou nesta quinta-feira que a unidade e a universidade estão convictos que a área interditada deve ser demolida e é necessária a construção de nova unidade.

Nesta quinta-feira, funcionários chegaram a abandonar o local após boato de tremor, desmentido pela assessoria de imprensa do hospital.

Na madrugada da última segunda-feira, um abalo em uma área abandonada, ao lado do hospital, assustou funcionários e pacientes. Houve interdição de 150 metros quadrados, em cada um dos 13 andares, além do fechamento de duas UTIs e sete salas cirúrgicas.

Aproximadamente 1,5 mil pessoas não foram atendidas nos ambulatórios e mais de 100 cirurgias foram canceladas. O funcionamento continua normal na farmácia e em atendimentos de pacientes já internados, em tratamento de doentes que não podem ser interrompidos, como quimioterapia e hemodiálise.

http://www.sidneyrezende.com/noticia/92174+area+interditada+no+hospital+do+fundao+pode+ser+demolida

Recursos irão para saúde, educação e habitação
Recursos irão para saúde, educação e habitação

Os recursos liberados pelo Governo Federal para Pernambuco (R$ 250 milhões) serão utilizados na reconstrução dos 54 municípios atingidos pelas chuvas, com prioridade para as áreas de saúde, educação e habitação. A região mais atingida é a Zona da Mata Sul. É lá que ficam, por exemplo, as cidades de Palmares e Barreiros.

Confira o especial sobre chuvas e saiba como ajudar as vítimas

O balanço da Secretaria Estadual de Saúde mostra que será preciso reconstruir, pelo menos, um grande hospital na região. Em Palmares, o Hospital Sílvio Magalhães (Hospital Regional de Palmares) era referência na Mata Sul, com média de 400 atendimentos por dia. A unidade, que prestava serviços de emergência, pediatria, clínica médica e obstetrícia (com 90 partos por mês), ficou totalmente destruída.

O outro hospital da cidade, o Santa Rosa, é particular e prestava serviço ao Sistema Único de Saúde (SUS) na área de hemodiálise, atendendo 128 pacientes dia. O anexo de hemodiálise ficou submerso e os pacientes foram transferidos para uma unidade em Itamaracá, Litoral Norte.

Os 65 médicos lotados no Hospital de Palmares foram relocados para o Hospital Santa Rosa, para atuar nas áreas de clínica médica, pediatria, cirurgia geral e anestesiologia, e para o Hospital Menino Jesus, que não foi danificado pelas chuvas e está funcionando normalmente.

Além das unidades de saúde, as chuvas danificaram a sede da Terceira Regional de Saúde (Geres) , um braço administrativo da Secretaria Estadual de Saúde na região, responsável para coordenação dos serviços de saúde de 22 municípios (Água Preta, Amaraji, Barreiros, Belém de Maria, Catende, Cortês, Escada, Gameleira, Jaqueira, Joaquim Nabuco, Lagoa dos Gatos, Maraial, Palmares, Primavera, Quipapá, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul, São José da Coroa Grande, Sirinhaém, Tamandaré e Xexéu). O prédio ficou totalmente destruído. Lá, funcionavam uma unidade de vigilância sanitária, uma do laboratório farmacêutico Lacen e uma coordenação de vigilância epidemiológica, entre outros serviços.

O balanço da SES aponta ainda que, até o momento, doze unidades do Programa da Saúde da Família, ligado à rede municipal, estão sem funcionar. São eles: quatro unidades em Escada, quatro em Primavera, uma em Pombos, uma em Cortês, uma em Joaquim Nabuco e uma em Abreu e Lima. A SES informou que outras 42 unidades, localizadas em 12 municípios, foram bastante danificadas e esclarece que, "para não comprometer o atendimento à população, as equipes de Saúde da Família irão atender nos núcleos de apoio, como abrigos, e auxiliar nos hospitais conveniados".

Além da utilização na reconstrução das unidades e de postos de saúde, os recursos do Governo Federal serão utilizados na vacinação contra doenças como tétano e para o tratamento de outros males, como leptospirose. Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, dentro de um prazo de oito dias as populações atingidas pelas cheias devem estar apresentando os primeiros sintomas desses males. Além disso, onze toneladas de medicamentos foram enviadas para Pernambuco.

Educação – Em visita a Pernambuco, nesta quinta-feira, o ministro da Educação, Fernando Haddad, se comprometeu em recuperar todas as escolas e creches destruídas e construir novas unidades de ensino. A decisão foi tomada após um levantamento feito por técnicos do MEC que foram visitar a região. Segundo Haddad, a meta é dotar essas cidades, que de acordo com o Índice de desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) têm os piores índices educacionais do estado, atendendo apenas a 10% da população de zero a três anos. Um balanço da Secretaria Estadual de Educação aponta que as chuvas causaram estragos em 50 unidades da rede estadual de ensino. Sete delas, localizadas em Palmares e Barreiros, precisarão ser totalmente reconstruídas.

Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM

Festa no setor de hemodiálise da Santa Casa

Festa no setor de hemodiálise da Santa Casa

Funcionários fazem festa junina para deixar ambiente mais leve e agradável

 

DANIELE RICCI
Da Gazeta de Piracicaba
daniele.ricci@gazetadepiracicaba.com.br

Um grupo de "caipirinhas" invadiu o setor de hemodiálise da Santa Casa de Piracicaba ontem e transformou o dia dos pacientes em uma festa junina. Hoje, os 38 funcionários da equipe do setor pretendem repetir a brincadeira, uma maneira de proporcionar leveza a quem depende da máquina de diálise para viver.

Segundo a coordenador administrativa do setor, Luciana Zambon Polisel, é costume da equipe promover brincadeiras de interação com os pacientes em datas comemorativas. "Queremos levar animação para quem precisa passar quatro horas junto à máquina de diálise. Todos os funcionários procuram vir caracterizados", contou.

Um lanche especial foi servido aos pacientes e acompanhantes, elaborado de acordo com as orientações da nutricionista da Santa Casa. As pessoas puderam brincar na pescaria e receberam prendas como presentes.

IMPORTANTE. Ao todo, são 124 pacientes, homens e mulheres de diferentes idades, que frequentam o serviço. Durante três vezes por semana, eles dedicam quatro horas do dia para fazer o tratamento. Apesar da dificuldade e das limitações que a hemodiálise impõe à rotina, é raro observar um rosto desanimado no grupo de pacientes, que encara as festinhas com bom humor.

Para a auxiliar de limpeza aposentada Jussara dos Santos Prado, 50, a criatividade dos funcionários do hospital tornam o ambiente mais leve e todos sentem vontade de participar. "Estou esperando virem fazer a minha maquiagem de caipirinha", brincou.

Nelson Pupin, 69, bancário aposentado, que como Jussara passa na hemodiálise três horas por dia, três dias por semana, há um ano e meio, afirma que o tratamento recebido pelos pacientes é "VIP". "São verdadeiros anjos que fazem a diferença em nossas vidas. Dessa forma, aqui a gente não se sente mais um número, como acontece em todo lugar. Somos valorizados", comentou.

http://www.gazetadepiracicaba.com.br/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1693602&area=26050&authent=606FBCEBDC3513112E8BFFCF445226

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Pesquisa inédita realizada no HU ganha prêmio em conferência internacional

Pesquisa inédita realizada no HU ganha prêmio em conferência internacional

Uma pesquisa desenvolvida no Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Nefrologia e no Serviço de Pneumologia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora recebeu o prêmio “Internacional Treinee Travel Award”, da Conferência Internacional da Sociedade Toráxica 2010, em New Orleans, nos Estados Unidos. O fisioterapeuta Maycon de Moura Reboredo, doutorando em Saúde pela UFJF, foi quem desenvolveu o projeto “Effects of aerobic training on the oxygen uptake kinetics at the onset of dynamic exercise in hemodial patients”, ganhador do prêmio. Para Maycon, apresentar o projeto no Congresso Internacional “permitiu o contato com os melhores pesquisadores do mundo e ainda, possibilitou a ampla divulgação do nosso trabalho”.

A pesquisa avaliou os efeitos da prática de exercícios aeróbicos por pacientes com doenças renais crônicas durante sessões de hemodiálise no HU. Vinte e quatro pacientes participaram do estudo, sendo que somente alguns do grupo realizavam os exercícios. As atividades físicas eram supervisionadas e realizadas três vezes por semana. O projeto consistia em submeter os pacientes ao uso de um cilcloergômetro, uma espécie de bicicleta, com um programa que determina, após realização de provas com vários patamares de esforço, a capacidade respiratória da pessoa. Todos os pacientes foram submetidos a avaliações cardiorrespiratórias antes e após o início do estudo. Após 12 semanas, foi possível observar o aumento da tolerância aos exercícios e a redução na fadiga muscular naqueles que praticaram as atividades físicas.

A pesquisa foi orientada pelos professores Rogério Baumgratz de Paula e Bruno do Valle Ribeiro. Para Dr. Bruno, a saúde obteve um ganho com o estudo: “é um projeto pioneiro tanto no Brasil, quanto no mundo. Ele mostrou de forma conclusiva a melhora dos pacientes da hemodiálise do HU”. Dr. Bruno explica que o trabalho permanece sendo realizado no hospital: “Todos os pacientes que aceitam participar dessa inovadora reabilitação passam por todos os processos descritos na pesquisa”.

A conferência foi realizada entre os dias 14 e 19 de maio pela entidade norte-americana American Thoracic Society (ATS). Durante o evento foram apresentadas as informações mais recentes sobre o diagnóstico e tratamento de doenças respiratórias, doenças críticas e distúrbios do sono, e contou com a participação de mais de 14 mil clínicos e investigadores de 90 países. Além das apresentações de trabalhos científicos, aconteceram sessões para médicos com relatos de casos originais de diversas localidades do mundo. Entre os temas apresentados na área de medicina pulmonar para adultos e crianças foram discutidas novas perspectivas para o tratamento de doenças como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), câncer de pulmão, apnéia obstrutiva do sono, hipertensão pulmonar, fibrose cística, síndrome da angústia respiratória do adutlo (SARA), e sarcoidose.

por Susi Ewald – bolsista de comunicação da UFJF

Supervisão: AscomHU – Fonte: portal UFJF

Doença renal exige cuidados desde a infância

Doença renal exige cuidados desde a infância

Redação

Nem pensar em praticar atividades físicas ou subir escadas. Algumas brincadeiras são cansativas demais.

Para a criança que sofre de doença renal crônica (DRC), a rotina inclui exames de sangue, de urina, visitas constantes às clinicas e hospitais para consultas médicas e tratamentos.

Os pais devem prestar atenção a sinais e sintomas que podem indicar a evolução da doença. Inchaço, vômitos frequentes, infecções urinária de repetição, atraso no crescimento e desenvolvimento, problemas ósseos, anemias de difícil tratamento e hipertensão arterial podem ter ligação direta com o problema.

O que é pior: a lesão renal pode levar a perda progressiva e irreversível da função dos rins, à diálise e, consequentemente, ao transplante. Esta doença não associada apenas aos adultos é considerada por muitos especialistas a epidemia do século 21.

"Nas crianças a DRC é uma doença devastadora, pois sua taxa de mortalidade entre os pequenos em diálise é de 30 a 150 vezes maior do que na população geral", revela Maria Cristina de Andrade, especialista em nefrologia pediátrica.

Observação precoce

Doenças nos rins (crônicas ou não) e a perda de função renal trazem uma série de complicações e se transformam em um caminho aberto para outras doenças, como pressão alta, doenças do coração, anemia, alterações nos ossos e baixa estatura.

Embora um em cada 10 adultos seja portador de doença renal, causas e consequências podem ser diagnosticadas e observadas desde muito cedo, até mesmo na fase ultra-interina.

Geralmente, é o contrário: as doenças renais não são detectadas na infância. Por isso, a necessidade efetiva de uma investigação e diagnóstico precoce, com acompanhamento e monitoração, preferencialmente, com acompanhamento de um especialista nefrologista.

Essa atitude é importante para se evitar que a doença se manifeste de outras formas, já na idade adulta. "Um alerta ainda na infância pode evitar outras doenças no futuro, quando a evolução do problema poderá aparecer isolada ou associada com o diabetes, a pressão alta e complicações cardiovasculares", explica a especialista.

Desconhecimento

Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças renais atingem mais de 500 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, cerca de dois milhões de pessoas são afetadas e, com bases nos dados do Ministério da Saúde, 60% não sabem que são portadoras do problema.

Esse desconhecimento, a falta de tratamento e o, consequente, agravamento da doença pode levar à morte. Conforme dados do Ministério da Saúde, em 2006, foram registrados 11.099 óbitos por insuficiência renal.

No mundo, a incidência da doença em crianças e adolescentes é de 15 pacientes por um milhão de habitantes entre 0 e 19 anos (dados de 2002). No Brasil, a estimativa é de que existam mais de 6,5 pacientes/milhão habitantes.

A tradução desses números revela-se alarmante: dados do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE) mostraram, por exemplo, no Rio de Janeiro a incidência de 25 pacientes com doença renal terminal (necessitando de diálise) por um milhão de população infantil.

Em São Paulo, somente no Hospital do Rim e Hipertensão (Unifesp-EPM) foram realizados, em 2009, 78 transplantes em crianças. Em 1988, data de início do transplante infantil, foi realizado apenas um transplante no ano.

Cálculo Renal, uma preocupação para o milênio

Podendo comprometer o correto funcionamento dos rins e causar muita dor ao paciente, o aumento mundial da incidência e prevalência da litíase urinária (cálculo ou pedra no rim, ureter e bexiga) é considerado ainda, segundo especialistas, uma das maiores preocupações do novo milênio.

No Brasil, a história familiar do distúrbio foi positiva em 70% dos casos, e em 52% dos pacientes com cálculos urinários por hipercalciúria.Como a doença renal crônica, o cálculo rena l também não está associado apenas aos adultos.

"Se antes era um caso por mês nos ambulatórios e serviços de emergência, hoje acontece pelo menos dois ou três por semana. O problema afeta entre 3% e 5% das crianças", a nefrologista pediátrica Maria Cristina de Andrade.

"Além de envolver uma predisposição genética para a formação desses cálculos, de 50% a 60% de crianças com pedras nos rins têm histórico familiar da doença, são adeptos à alimentação industrializada, ao fast food e à ingestão insuficiente de água", relata a especialista, salientando que esses fatores podem explicar o significativo aumento das doenças renais em crianças.

Entre as formas de prevenção do problema, a recomendação principal das entidades que cuidam do problema no mundo é a ingestão de cerca de um litro de água por dia, a adoção de uma alimentação equilibrada, rica em potássio e frutas, redução da ingestão de sal e a prática de exercícios físicos.

"A atividade física essencial para amenizar os riscos da doença, pois facilita a incorporação de cálcio nos ossos, fazendo com que a substância chegue em menor quantidade aos rins", esclarece a nefrologista.

A que se deve a doença renal na infância

* História familiar de rins policísticos ou outra doença genética
* Baixo peso ao nascimento
* Histórico de insuficiência renal aguda
* Displasia
* Síndromes urológicas
* Nefrite ou síndrome nefrótica
* História de púrpura de Henoch-Schoenlein
* Diabetes mellitus
* Lupus eritematoso sistêmico
* Histórico de hipertensão arterial

http://pron.com.br/canal/vida-e-saude/news/456431/?noticia=DOENCA+RENAL+EXIGE+CUIDADOS+DESDE+A+INFANCIA
CELULAS TRONCO PODEM SER PERIGOSAS:-

CELULAS TRONCO PODEM SER PERIGOSAS:-


Um homem tailandês, com uma doença no rim, recebeu injeções de células-tronco, sofreu uma infecção nos tecidos do órgão por conta disso e acabou morrendo. Este caso é um abalo no modo como a ciência tem tratado as células-tronco, nos últimos anos. Elas vêm sendo consideradas um messias na medicina, uma descoberta que vai revolucionar o tratamento das doenças. De fato, o campo é promissor, porque as células-tronco podem se transformar em células de outros tecidos, e suprir necessidades para as quais ainda não havia solução até pouco tempo atrás. Mas cientistas canadenses investigaram este caso, no qual as células-tronco se mostraram danosas.

Os rins do paciente que faleceu foram levados para análise para o Canadá, onde os cientistas buscaram avaliar porque, afinal, a injeção das células-tronco causaram aquela reação. O que houve foi que os tecidos reagiram às células de maneira indesejada: sofreram um dano, onde se criaram novos vasos sanguíneos, que se comprimiram e originaram uma lesão, que se agravou ao longo do tempo até que o homem faleceu.

Assim, os cientistas recomendam mais cuidado na avaliação dos efeitos do uso de células-tronco. Eles desaconselham que os médicos recorram às células tronco sem antes ter testes comprovados de eficiência e experiências anteriores, para evitar que casos de morte se repitam. [BBC News]

A prevalência de doenças renais está aumentando dramaticamente em todo o mundo, e o custo inerente ao manejo de doenças crônicas ameaça o sistema de saúde ...

A prevalência de doenças renais está aumentando dramaticamente em todo o mundo, e o custo inerente ao manejo de doenças crônicas ameaça o sistema de saúde ...

O crescimento do diabetes em todo o mundo

Há atualmente mais de 240 milhões de diabéticos em todo o mundo. Em 2025, serão mais de 380 milhões, principalmente em função do crescimento e do envelhecimento populacionais, da urbanização, dos hábitos inadequados de alimentação, do aumento da obesidade e do estilo de vida. Em 2025, o número de diabéticos mais do que dobrará no sudeste da Ásia, no leste mediterrâneo, no Oriente Médio e na África.

Um crescimento de aproximadamente 20% deverá ocorrer na Europa, 50% na América do Norte, 85% na América Latina, e 75% no Oeste do Pacífico. Os 5 países com maior prevalência de diabetes serão a Índia, China, os Estados Unidos, Rússia e Japão. Em todo o mundo, mais de 50% dos diabéticos não sabem desta sua condição e não são tratados. Além disso, aproximadamente 40% dos indivíduos com diabetes irão desenvolver Doença Renal Crônica, que acentua o risco associado de eventos cardiovasculares e outras complicações do diabetes.

Os mesmos fatores que determinam a obesidade favorecem o surgimento do diabetes e da doença renal crônica, como a história familiar, a presença de hipertensão, e alguns comportamentos como o sedentarismo e maus hábitos alimentares. É importante identificar estes riscos precocemente para reduzir o desenvolvimento do diabetes e da DRC, uma vez que a doença renal aumenta em muito os riscos de eventos cardiovasculares nos diabéticos.

Prevalência crescente de hipertensão em todo o mundo

A Hipertensão é um problema global bastante comum e acredita-se que ele se tornará mais a mais frequente. É a maior causa de doença renal crônica no mundo. A população tem vivido mais, e o envelhecimento é o fator de risco mais comum para o desenvolvimento tanto de hipertensão e diabetes quanto da doença renal crônica. Aproximadamente um bilhão de pessoas são hipertensas e este número deverá chegar a 1,56 bilhão em 2025. Espera-se que a prevalência de hipertensão aumente em 24% nos países desenvolvidos e em 80% nos países em desenvolvimento como os da África e América Latina. Relatou-se recentemente que 333 milhões de adultos em regiões economicamente desenvolvidas (como a América do Norte e Europa) tinham hipertensão em 2000, havendo um adicional de 639 milhões nos países em desenvolvimento com esta condição*.

Resultado: prevalência mundial crescente de doença renal

A frequência de doença renal crônica continua a aumentar em todo o mundo assim como a prevalência de insuficiência renal crônica terminal. As causas mais comuns são a hipertensão e o diabetes, mas não são as únicas. A presença de doença renal crônica é associada com um aumento acentuado do risco cardiovascular. Mais do que isso, o risco cardiovascular aumenta na proporção em que a taxa de filtração glomerular cai abaixo de 60ml/min. Por fim, resta destacar que a morte por causas cardiovasculares é 8 vezes maior na doença renal crônica, muito maior do que a morte por câncer. Consequentemente, a identificação e redução da doença renal crônica tem se tornado uma prioridade de saúde pública.

A prevalência reconhecida de doença renal crônica nos estágios de 1 a 4 no mais recente censo Americano (NHANES - national health and nutrition examination survey) entre 1999 e 2006 foi de 26 milhões (13%) da população residente nos Estados Unidos com 20 anos ou mais, que contabiliza cerca de 200 millhões de pessoas. Destes acometidos, 65.3% têm doença renal crônica estágio 3 ou 4.

O relatório mais recente do United States Renal Data System (USRDS) estima que cerca de meio milhão de pacientes nos Estados Unidos foram tratados para IRC em 2004, e que para 2010 haverá um aumento de aproximadamente 40% neste número. Os idosos são o grupo etário que mais cresce, e apresenta um maior risco para doença renal. Além disso, homens e afro-americanos com hipertensão ou diabetes pré-existente estão também sob risco muito maior de IRC. Este quadro tem sido reconhecido em outros lugares do mundo, tanto desenvolvidos como a Europa, Ásia e Austrália, como em regiões de menor desenvolvimento como a China, Índia e a África*.

*George L. Bakris and Eberhard Ritz, Hypertension and Kidney Disease, A Marriage that Should Be Prevented, Kidney International 75, 449-452 (13 February 2009).]

http://sgn.org.br/ver-tema.php?id=23

Estudo vincula remédio contra pressão alta ao risco de câncer

Estudo vincula remédio contra pressão alta ao risco de câncer

Um tipo de medicamento contra a pressão alta usado por milhões de pacientes foi vinculado a uma alta pequena mas significativa na incidência de certos cânceres, especialmente o de pulmão.

Em uma análise de cinco estudos anteriores, envolvendo cerca de 60 mil pacientes, pesquisadores constataram uma elevação de 11% na incidência geral de câncer, e de 25% na incidência de câncer de pulmão, entre os participantes que usavam esses medicamentos, conhecidos como bloqueadores de recepção de angiotensina.

Isso se traduz em um caso adicional de câncer para cada 105 pacientes que usem esse tipo de medicamento por pelo menos quatro anos, de acordo com a análise, publicada na semana passada pela edição online da revista médica Lancet Oncology.

Os remédios são usados para o tratamento de hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e doenças renais relacionadas ao diabetes. A maior parte dos dados empregados para o trabalho de análise foram extraídos de estudos sobre o telmisartan, comercializado sob a marca Micardis e outras.

Executivos da Boehringer Ingelheim, a companhia farmacêutica fabricante do Micardis, contestaram as conclusões do estudo, em um comunicado no qual afirmam que "os abrangentes dados internos de segurança da empresa contradizem as conclusões sobre um risco ampliado de potenciais malignidades".

Os bloqueadores de recepção de angiotensina podem ser substituídos por outros remédios de controle da pressão arterial, disseram os autores do estudo, mas alertaram que os pacientes não deveriam tomar quaisquer providências antes de consultar seus médicos.

"Esses medicamentos têm efeitos positivos em termos de controle da pressão arterial e da insuficiência cardíaca", disse o Dr. Ilke Sipahi, cardiologista no University Hospitals Case Medical Center, em Cleveland. "Os pacientes que estão usando esse tipo de medicamento no momento não deveriam deixar de usá-los sem recomendação médica".

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4516611-EI8147,00-Estudo+vincula+remedio+contra+pressao+alta+a+risco+de+cancer.html

TJ se engaja contra queda nos transplantes no Estado

TJ se engaja contra queda nos transplantes no Estado

TJ se engaja contra queda nos transplantes no Estado

Campanha fornece certificados para que gaúchos manifestem o desejo de fazer doação de órgãos

Por amar incondicionalmente a vida, a advogada Patrícia Vivian Bagatine, 40 anos, quer que ela se perputue. Quando ficou sabendo da campanha Doar é Legal, iniciativa do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), abraçou na hora a causa. Desde 2007, o Estado registra uma queda de 8,5% no número de doadores.

– Mesmo antes desta e de outras campanhas de doação de órgãos, sempre avisei amigos e familiares do meu interesse em doar. Não há ato de humanidade maior no mundo – afirma a advogada.

A exemplo de um selinho que era colocado na carteira de identidade, o documento não tem validade jurídica e não cria uma obrigação, mas torna pública uma intenção manifestada voluntariamente. Segundo o Ministério da Saúde, esse é o passo principal para que uma pessoa torne-se doadora.

Ao conhecer essa realidade, o Tribunal de Justiça lançou a iniciativa ano passado, que ganha cada vez mais adesões. Em janeiro de 2010, para expandir o alcance do projeto, o órgão lançou a versão do Doar é Legal na internet. No site, há um link em que as pessoas interessadas acessam e, depois de se identificar, têm a possibilidade de imprimir uma certidão e repassá-la a familiares e amigos, para que tomem conhecimento da decisão. Em cinco meses, foram emitidas cerca de duas mil certidões.

No dia 14 de junho, a ação passou a abranger todo o país, graças a um acordo formalizado em Brasília com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Nele, ficou acertado que o órgão brasileiro recomendará a adoção da campanha pelos tribunais de todos os Estados. Para o desembargador Leo Lima, presidente do TJ, a medida representa muito mais do que o reconhecimento de um trabalho que nasceu no Rio Grande do Sul, mas um benefício para milhares de brasileiros.

Na opinião da advogada, essa campanha é interessante justamente porque tem o aval do Judiciário, mas deveria ir além, virando lei de verdade.

– De que adianta ser doadora se a minha família não respeita a minha vontade? O egoísmo ainda toma conta da nossa sociedade – opina.

livia.meimes@zerohora.com.br

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2947235.xml&template=3898.dwt&edition=14947&section=1003


Transplantes em queda

Transplantes em queda

Saúde e bem-estar Número de procedimentos de rim, fígado e pâncreas cai em maio e HC recebe menos verba da União

 

MARINA ARANHA
Gazeta de Ribeirão
marina.aranha@gazetaderibeirao.com.br

Os transplantes de rim, fígado e pâncreas caíram no Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto em maio em relação ao mês anterior: foram sete procedimentos no total ante quatro em abril. Por isso, o repasse do Governo Federal ao município para transplantes de órgãos caiu 33% nas liberações dos dois últimos meses: de R$ 17.831 em maio para R$ 12.019 em junho. Os dados são do Ministério da Saúde.

A verba mensal para os transplantes que chega às cidades é referente ao teto para tratamentos de alta e média complexidade determinado para cada município. Ao todo, em 2009, o valor de Ribeirão foi de R$ 54 milhões. Segundo o Ministério —um transplante de rim, por exemplo, custa pelo menos R$ 20 mil. Já o de fígado chega a R$ 57 mil.

Segundo a nefrologista do HC Luciana Santamaria Saber, a quantidade de transplantes no hospital é variável e os resultados dependem do mês e do número de doadores disponíveis. “Não há uma quantia uniforme determinada. Depende das condições, dos pacientes e das doações. Junho deve ser um mês bom, porque já realizamos quatro de rim.”

Segundo ela, é importante que as famílias sejam orientadas e notificadas sobre as necessidades de órgãos. “Todos devem saber que ninguém está livre de um transplante. A necessidade de um órgão pode passar por qualquer um”, disse.

ESPERA. Só os transplantes de rim no HC, por exemplo, chegaram a 50 em todo o ano passado. Em Ribeirão, pelo menos 700 pacientes fazem diálise e são possíveis candidatos a receber o órgão. Como a dona-de-casa Lenira de Lima, 36 anos. Há cinco meses ela começou a fazer hemodiálise no HC e, por isso, viaja três vezes por semana de Santa Rosa do Viterbo, que fica a 70 quilômetros de Ribeirão, para fazer o tratamento.

Lenira está na fila de espera por um transplante e sua esperança é de conseguir, o quanto antes, um órgão compatível para viver normalmente. “Eles me perguntaram se sou interessada no transplante e eu disse que sim. Meus parentes vão começar a fazer os exames de compatibilidade assim que eu terminar os meus e eu espero que conseguir um rim logo”, disse.

Mamografia tem aumento

A última verba destinada pelo Governo Federal a Ribeirão para mamografias por rastreamento foi 22% maior do que a anterior: foram R$ 82.440 no lançamento de junho (referente a procedimentos de abril) ante R$ 67.320 em maio (para o tratamento de março).

Segundo Mônica Toniello, diretora do Departamento de Auditoria, Controle e Avaliação da Secretaria Municipal de Saúde, o valor de cada procedimento enviado pelo Ministério é de R$ 45 e o número pode ter aumentado em razão da não realização de campanhas no ano. “Neste ano, o repasse para as mamografias por rastreamento passou a ser extra-teto. Anteriormente nós fazíamos mutirões em maio e outubro. Em 2010 não tivemos no mês passado. Imagino que, por isso, nosso valor possa ser maior”, afirmou.

http://www.gazetaderibeirao.com.br/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1693325&area=92020&authent=032B47221B0650BA924CB98BBFE9B1

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Artigos científicos novos sobre Transplante De Rim

http://radarciencia.org/transplante-de-rim/

Classificação:

Artigos científicos novos sobre Transplante De Rim para seu TCC, Tese ou Monografia. Texto Completo. Regras e estrutura de trabalhos científicos.

Comissão de Saúde vai apurar denúncias sobre serviço municipal de hemodiálise

Comissão de Saúde vai apurar denúncias sobre serviço municipal de hemodiálise

A Câmara Municipal de Uruguaiana aprovou, nesta terça-feira (22/06), requerimento do vereador Luiz Gilberto de Almeida Risso (PMDB) que solicita o esclarecimento de denúncias encaminhadas aos vereadores sobre o funcionamento do serviço municipal de hemodiálise. Segundo o vereador, a Comissão de Serviços Municipais, Saúde, Educação, Desenvolvimento Econômico e Segurança Pública deverá realizar uma vistoria no centro de hemodiálise para apurar as eventuais denúncias de falta de medicamentos, precárias condições do local de atendimento e supostos desvios de repasses, na próxima quarta-feira.

http://www.camarauruguaiana.rs.gov.br/?p=1322

Você sabia que existe jurisprudência para os casos em que os planos de saúde excluem o tratamento de hemodiálise?

Você sabia que existe jurisprudência para os casos em que os planos de saúde excluem o tratamento de hemodiálise?

Existe uma jurisprudência para os casos em que os planos de saúde excluem o tratamento de hemodiálise baseado em cláusulas genéricas.


“O posicionamento do Tribunal de Justiça é primordial neste caso, que deve chamar a atenção para o fato de que se a hemodiálise se destina a tratar de moléstia a que o plano fornece cobertura, não há motivo para negá-la ao paciente”, afirma a advogada Renata Vilhena Silva, sócia fundadora do escritório Vilhena Silva Advogados, especializado em Direito à Saúde.

Autora da publicação “Planos de Saúde: Questões atuais no Tribunal de Justiça de São Paulo”, Renata acrescenta que a hemodiálise também não pode ser negada quando ela se dá em ambiente de internação hospitalar com caráter de urgência. “É preciso frisar que o contrato deve atingir sua finalidade, de modo que a restrição dessa terapia inviabiliza a prestação de serviço, pois ela é inerente à natureza contratual”, completa.

A advogada vai além, defendendo que a obrigação do convênio é pagar não apenas a hemodiálise, “como também todos os materiais e exames necessários durante o tratamento”. Segundo ela, entre as causas mais atuais do Vilhena Silva inclui-se a de uma paciente que faz hemodiálise há 3 anos. Até há alguns meses, a  Sul América vinha realizando normalmente o pagamento  do tratamento, até que a operadora começou a glosar os filtros usados nas sessões, pois o hospital utiliza o filtro por oito vezes e a ANVISA diz que esse pode ser usado até 12 vezes. Assim, o convênio está cobrando do paciente a diferença. “Essa postura é absurda”, pontua Renata.

http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12562:voce-sabia-que-existe-jurisprudencia-para-os-casos-em-que-os-planos-de-saude-excluem-o-tratamento-de-hemodialise-&catid=47:cat-saude&Itemid=328

Transpondo limites com doadores falecidos: transplantes bem-sucedidos com rins de doador com creatinina sérica igual a 13,1 mg/dL

 

Transpondo limites com doadores falecidos: transplantes bem-sucedidos com rins de doador com creatinina sérica igual a 13,1 mg/dL

Doadores falecidos não limítrofes com insuficiência renal aguda podem ser uma opção segura para aumentar a oferta de rins para transplante. A avaliação histológica é fundamental para o estabelecimento do prognóstico funcional desses enxertos. Dois transplantes renais foram realizados com rins provenientes de um doador falecido jovem com insuficiência renal aguda severa sem comprometimento estrutural do parênquima renal. Ambos os enxertos apresentaram atraso de funcionamento no período pós-operatório, embora um deles com boa diurese inicial não tenha necessitado diálise. Função renal adequada foi observada a partir do 30º dia após o transplante. A insuficiência renal aguda severa no doador falecido não é fator de risco independente para a evolução em curto prazo do enxerto renal e não deve ser considerada contra-indicação absoluta para a realização do transplante.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-28002010000100021&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

Pesquisa usa ‘band-aid’ de células-tronco em renal

Pesquisa usa ‘band-aid’ de células-tronco em renal

 

Estudo da Famerp com ratos é pioneiro no mundo e tem bom resultado

 

 


 

Agência BOM DIA

Pesquisa inédita no mundo usa uma espécies de band-aid com células-tronco para tratamento de doenças renais crônicas.

O trabalho é da equipe do Litex (Laboratório de Imunologia e Transplante Experimental), da Famerp.

É feito com ratos e ainda não há previsão de uso em seres humanos.

Os pesquisadores já haviam comprovado os efeitos positivos das células-tronco quando injetadas no rim de ratos doentes.

O novo estudo usa biomaterial (pericárdio bovino) com as células e o cola sobre o rim doente, como se fosse um band-aid mesmo.

“Os resultados foram os mesmos alcançados na pesquisa anterior. Confirmamos que as células-tronco colocadas sobre o rim retarda ou estabiliza a doença”, diz o nefrologista Mário Abbud, coordenador da pesquisa.

Ele ressalta que o resultado é ainda mais positivo quando a doença não chegou a níveis severos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


“É óbvio, mas ninguém havia se atentado para a eficácia do tratamento antes da necessidade de diálise.”

A busca é por novas formas de aplicação e a melhor via de administração dessas células nas práticas clínicas.

Prossegue
Atualmente a equipe está em segunda etapa da pesquisa. Quer saber se a técnica, quando usada sob a pele, sem necessidade de cirurgia que coloque o biomaterial em contato com o rim,  funciona.

“Será que as células vão entrar na corrente sanguínea e migrar para o órgão lesado?” Ainda não há prazo para essa resposta. A técnica é feita com cinco grupos de ratos.

Em parceria com a Faculdade de Medicina da USP, os pesquisadores querem ainda ver se a técnica do band-aid também pode ser usada em diabéticos crônicos. O trabalho consiste em colocar ilhotas do pâncreas no biomaterial e “colar” o “band-aid” na pele dos animais diabéticos para ver se é possível controlar a doença.

Estudo é premiado lá fora
Os resultados da pesquisa com células-tronco aplicadas sobre o rim foram apresentados no Congresso Americano de Transplantes, em maio, em San Diego. Foi premiado como técnica inovadora e promissora para futuro tratamento de renais crônicos.

Ainda há poucos estudos no mundo sobre o uso de células-tronco para retardar a progressão ou estabilizar a doença renal. E nenhum é feito com seres humanos.

Essas pesquisas estão mais avançadas quando se trata de doenças cardiovasculares.

O mesmo estudo apresentado nos Estados Unidos será mostrado, em agosto, para pesquisadores de todo o mundo.

Ele está entre o seleto grupo de trabalhos que foram selecionados para o Congresso Mundial de Transplantes, que será no Canadá.

“É a confirmação máxima de que estamos no caminho certo”, diz o nefrologista Mário Abbud.

http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Dia-a-dia/23054/Pesquisa+usa+%91band-aid%92+de+celulas-tronco+aplicados+sobre+o+rim

Cuidado: o sódio não está presente apenas no sal

Cuidado: o sódio não está presente apenas no sal

A busca pela qualidade de vida é uma tendência que está cada vez mais presente, entre as pessoas, através da prática de atividades físicas, atividades de lazer mais prazerosas e uma alimentação mais saudável. São os alimentos que fornecem os nutrientes necessários para a manutenção da vida (minerais, vitaminas, proteínas, carboidratos, gordura).

Por tal importância, não se pode determinar a alimentação somente pelo gosto e prazer que os alimentos proporcionam. É preciso levar em conta também se os alimentos são adequados e saudáveis, contribuindo para o bom desenvolvimento e funcionamento do nosso organismo.

Com essa preocupação, os produtos diet e light foram os primeiros a surgirem. Depois, chegaram os orgânicos e mais tarde os produtos livres de gordura trans. Agora, uma nova onda atinge o setor de alimentos: os produtos com menor nível de sódio. Não é para menos: uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde, divulgada em abril, mostrou que a proporção de brasileiros com hipertensão arterial cresceu 13,5% de 2006 para 2009, atingindo 24% da população.

"Com os índices de obesidade e de doenças cardiovasculares crescendo, os consumidores começam a se preocupar mais com a qualidade da alimentação e essa pressão chega às indústrias", diz Deborah Peixoto, gerente do Instituto Minha Escolha, entidade global de representantes da indústria de alimentos.

Ao contrário do que muitos pensam, o sódio não está presente apenas no sal de cozinha (cloreto de sódio), mas em diversos alimentos industrializados, como enlatados, embutidos, congelados, conservas e também na composição dos alimentos ‘in natura’. Por isso, é preciso ter cuidado nas escolhas dos produtos e alimentos, procurando sempre ingerir produtos mais saudáveis e naturais.

Consumo em excesso

O consumo em excesso pode causar muitos problemas graves à saúde: dentre eles, o aumento da pressão arterial (hipertensão), problemas cardiovasculares e renais e, também, retenção de líquido pelo organismo. Por isso, é importante moderar o consumo do sal de cozinha e de outros alimentos que contenham o mineral.

A ingestão diária recomendada de sódio fica em torno de 2 a 2,4 g/dia. Para não exceder a quantidade recomendada de sódio, verifique o item %VD (percentual de valores diários) nos rótulos. Com ele, você descobre qual a porcentagem do valor diário do nutriente o prato contém. Quando o valor ultrapassar os 20%, a refeição traz um alto teor do mineral.

Recomendações


Para baixar o nível de sódio nos alimentos, não basta só retirar o sal do produto, como explica Carolina Godoy, coordenadora de nutrição do Instituto Minha Escolha, que é mantido por Nutrimental, Perdigão e Unilever. "Muitas vezes é preciso fazer mudanças na fórmula, porque o sódio não está só no sal. Os conservantes têm sódio, mesmo que o alimento seja doce", explica a especialista. É o caso, por exemplo, do ketchup: embora seja usado em pratos salgados, o sabor do condimento é levemente adocicado – a característica que surpreende o consumidor quando fica sabendo que esse é um dos produtos do mercado com maior concentração de sódio.

"O sódio está presente até nos adoçantes", explica a nutricionista. É por isso que os refrigerantes zero açúcar ou DIET são produtos com alto teor de sódio.

É importante que todos moderem a quantidade de sódio que ingerimos, mas pessoas com fator genético ou que apresentam hipertensão, problemas cardíacos, renais e úlcera gástrica devem ficar mais atentas às quantidades ingeridas.

http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_43/2010/06/18/ficha_saudeplena_nutricao/id_sessao=43&id_noticia=25295/ficha_saudeplena_nutricao.shtml

Jurídico - 18/06/2010 - 09h29 CNJ assume coordenação nacional do projeto gaúcho Doar é Legal

CNJ assume coordenação nacional do projeto gaúcho Doar é Legal

Por Redação Pantanal News/Agência CNJ de Notícias

O projeto Doar é Legal, criado no Poder Judiciário do Rio Grande do Sul para conscientizar as pessoas sobre a importância da doação de órgãos, passará a ser uma ação nacional desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O acordo foi formalizado em Brasília, na última segunda-feira (14/06), pelos presidentes do Conselho, ministro Cezar Peluso, e do Tribunal de Justiça gaúcho, desembargador Leo Lima.

O projeto foi idealizado no ano passado pelo juiz Carlos Eduardo Richinitti, então diretor do Foro de Porto Alegre. “A iniciativa partiu da observação do grande número de pessoas que circulava pelo Foro – entre 10 mil e 13 mil diariamente – e o potencial que isso representava para deflagrar uma ação que mostrasse o interesse do Judiciário em contribuir para causas sociais.”

Com a parceria da seção gaúcha da Ordem dos Advogados do Brasil, Associação Brasileira de Transplante de Órgãos e o Hemocentro e o apoio do Ministério Público, a campanha foi lançada. Durante uma semana, cerca de duas mil pessoas se habilitaram a doar, muitas delas fazendo cadastramento no banco de doadores de medula óssea. “O sucesso da iniciativa levou várias comarcas do interior a replicar a ideia”, revelou Richinitti, atualmente juiz titular da 3ª Relatoria da 3ª Turma Recursal Cível do Tribunal de Justiça.

Em janeiro deste ano, o projeto foi institucionalizado pelo tribunal de justiça. Para ampliar o alcance, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) também lançou a campanha na sua página na internet (http://www.tjrs.jus.br/site/). Ali, há um link em que as pessoas interessadas acessam e, depois de se identificar, têm a possibilidade de imprimir uma certidão e repassá-la para familiares e amigos, para que tomem conhecimento da decisão. Em cinco meses, foram emitidas 1.300 certidões.

“A certidão não tem validade jurídica, não cria uma obrigação, mas torna pública uma intenção manifestada voluntariamente e é importante que a família saiba, afinal é quem, na prática, faz a doação”, esclarece o juiz auxiliar da presidência do CNJ Antonio Carlos Braga Jr. Segundo ele, a participação do CNJ, dando caráter nacional ao ‘Doar é legal’, permitirá uma nova perspectiva ao projeto, na medida em que outros tribunais venham a aderir.

Pelo termo de cooperação, enquanto o CNJ passa a ser o órgão coordenador nacional do projeto, a execução continuará a cargo do tribunal de justiça. Haverá apenas, segundo o juiz Braga Jr., uma mudança no desenho do portal do TJRS.

Os transplantes de rim pelo Sistema Único de Saúde (SUS) vão duplicar em Ribeirão Preto.

Os transplantes de rim pelo Sistema Único de Saúde (SUS) vão duplicar em Ribeirão Preto.

MARINA ARANHA
Gazeta de Ribeirão
marina.aranha@gazetaderibeirao.com.br

Os transplantes de rim pelo Sistema Único de Saúde (SUS) vão duplicar em Ribeirão Preto. A Santa Casa foi autorizada pelo Ministério da Saúde a realizar o procedimento e, em 2011, o número de cirurgias no hospital chegará a 50. Hoje, apenas o Hospital das Clínicas é autorizado a fazer os transplantes pelo SUS e lá são feitos pelo menos 50 durante o ano. A fila de espera por um transplante em todo o Estado de São Paulo é de pelo menos 4 mil pessoas. Em Ribeirão, 700 pacientes fazem diálise e todos são possíveis candidatos a uma cirurgia.

O primeiro procedimento foi realizado na última segunda-feira, com um doador vivo, quando um senhor de 51 anos, que recebe alta hoje, recebeu o rim da prima. A próxima cirurgia está marcada para o dia 28 e a expectativa das equipes cirúrgica e clínica é manter o intervalo de duas semanas entre um transplante e outro.

Segundo o chefe do serviço de urologia da Santa Casa, Gilberto Saber, o processo de autorização do Ministério da Saúde levou quase dois anos para ser finalizado. Segundo ele, os procedimentos na Santa Casa não vão desafogar o HC, pois há uma demanda reprimida na região. “O que vamos fazer é somar e dar mais uma alternativa a quem precisa dos transplantes. Há muita necessidade e procura, portanto esperamos aumentar a capacidade do município”, disse.

De acordo com a nefrologista Luciana Santamaria Saber, da equipe clínica, o HC não consegue atender a procura por transplantes. “Os procedimentos são divididos por centrais. A região de Ribeirão, por exemplo, é dividida em um raio de aproximadamente 100 quilômetros no entorno da cidade. Envolve municípios como Franca, Araraquara, Barretos e Bebedouro”, disse.

A equipe da Santa Casa é composta por cinco urologistas e seis nefrologistas. De acordo com o nefrologista Osvaldo Merege Vieira, o transplante melhora a qualidade de vida de quem faz diálise, embora ainda seja necessário tomar remédio durante toda a vida para administrar a recepção do órgão. “Quem precisa de diálise tem de fazer durante a vida e, depois do transplante, é preciso tomar remédios.”

Ideal é evitar doações em vida

Os transplantes de rim com doadores mortos na Santa Casa devem começar no segundo semestre. De acordo com a nefrologista Luciana Santamaria Saber, que faz parte da equipe clínica, até junho a previsão é de que, a cada 14 dias, haja um procedimento com doador vivo no hospital. “É possível realizar os dois tipos de cirurgias, que dependem da filosofia de cada hospital. No Hospital das Clínicas, por exemplo, dos 29 transplantes realizados desde o começo do ano, nenhum foi com doador vivo”, afirmou.

Para o chefe do serviço de urologia da Santa Casa, Gilberto Saber, o ideal seria ter transplantes feitos apenas a partir de doações após a morte. “A situação perfeita seria não tirar o rim de alguém que está bem para dar a outro, mas não há doador cadáver para todos, então é preciso realizar o procedimento”, disse. (MA)

EU - HOJE- FELIZ DA VIDA , FELIZ NA VIDA....

Técnica usada em cirurgias renais aumenta risco de doença crônica

Técnica usada em cirurgias renais aumenta risco de doença crônica

Técnica usada em cirurgias renais aumenta risco de doença crônica

Estudo alerta para interrupção do fluxo de sangue por mais de 20 ou 25 minutos durante procedimento cirúrgico

 

 

Um novo estudo realizado por pesquisadores da Clinica Mayo, nos Estados Unidos, revelou que interromper o fluxo de sangue por mais de 20 ou 25 minutos durante a cirurgia do câncer de rim leva a um maior risco de desenvolver doença renal crônica para os pacientes.

Para o estudo, os investigadores analisaram os resultados de 362 pacientes com apenas um rim, que se submeteram à cirurgia de tumores renais corticais entre 1990 e 2008. Usando uma técnica chamada de isquemia quente, cirurgiões mantiveram os rins do paciente na temperatura corporal durante a nefrectomia parcial. A isquemia envolve o corte do fornecimento de sangue ao rim com braçadeiras de modo a controlar o sangramento e impedir o sangue de obscurecer a visão do cirurgião. O tempo de isquemia médio foi de 21 minutos no estudo, a idade média dos pacientes foi de 62 anos.

A isquemia quente pode causar danos aos tecidos por uma falta de oxigênio e nutrientes. Os pesquisadores descobriram que cada minuto adicional de isquemia está associado com um aumento de 5 a 6 % na probabilidade de desenvolver insuficiência renal aguda ou reduzir o funcionamento renal e 6% de um maior risco de aparecimento da doença renal crônica.

"Esta é a maior avaliação do tempo de isquemia quente em pacientes com um único rim, que estão passando por uma nefrectomia parcial", disse o investigador principal do estudo, R. Houston Thompson. "Estes resultados sugerem que a cada minuto conta quando as artérias e veias estão bloqueadas. Ao planear a cirurgia, os cirurgiões devem fazer esforços para minimizar o tempo de isquemia quente, especialmente em situações em que o paciente tem apenas um rim."

"Historicamente, 30 minutos foi considerado o período máximo seguro de isquemia durante a nefrectomia parcial e outros retrospectivos estudos clínicos têm sugerido que a isquemia por 40 a 55 minutos é segura. No entanto, esses estudos incluíram pacientes com dois rins, o que poderia mascarar os verdadeiros efeitos da isquemia sobre a função renal", concluiu Thmpson.

 

Fonte: Isaude.net
Tratamento de doentes renais pode ser inadequado no Brasil

Tratamento de doentes renais pode ser inadequado no Brasil

Publicado em Divulgação científica
17 de junho de 2010

Pesquisa da Faculdade de Medicina da UFMG aponta a desestruturação do sistema de saúde na atenção prestada a esses pacientes e o diagnóstico tardio como principais causas de conduta inadequada

Quase um terço, mais exatamente 31,25% dos pacientes renais brasileiros estão expostos a maiores riscos de infecção, internação e inclusive de morte.

A afirmação é da dentista Gisele Macedo, autora de dissertação de mestrado em Saúde Pública, na Faculdade de Medicina da UFMG.

Para seu trabalho, ela analisou uma população de 25.557 pacientes que iniciaram tratamento hemodialítico entre 2000 e 2004, pelo SUS.  Segundo ela, 80% dos pacientes com doenças renais crônicas começam o tratamento com um tubo, o cateter, que deve ser de uso temporário.

Pacientes em hemodiálise, segundo tipo de acesso vascular, no Brasil, em 2007 (N = 1621)

A recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, é de que o prazo máximo para uso de “acesso de emergência” seja de 90 dias. Apesar disso, “25% de todos os pacientes em tratamento com o cateter no Brasil estão em média permanecendo quatro meses com ele. Um mês a mais correndo riscos desnecessários”, afirma a autora. Mas, ela avalia ainda que a média esconde uma realidade mais séria. “Foram observados casos extremos, em que o paciente chegou a ficar até quatro anos com o cateter”, alerta.

“O correto seria encaminhar esses pacientes rapidamente para a confecção de um acesso vascular permanente, chamado fístula artério-venosa, ou FAV”, esclarece a orientadora da pesquisa Mariângela Leal Cherchiglia, doutora em saúde pública e professora do Departamento de Medicina Preventiva e Social.

Além da demora no encaminhamento, as pesquisadoras afirmam também que há um número insuficiente de profissionais disponíveis no SUS para fazer a FAV. E, ainda, que os próprios portadores das doenças renais não exigem esse encaminhamento dos médicos, pois desconhecem a necessidade. Por isso, “a divulgação ampla desse fato é muito importante para que o cidadão possa exigir os seus direitos” afirma a autora.

A pesquisa

Os números foram gerados a partir de bases de dados desenvolvidas pelo Grupo de pesquisa de Economia da Saúde, da Faculdade de Medicina da UFMG (GPES/UFMG), que reuniu informações do Sistema Único de Saúde.

“Utilizamos uma metodologia que trouxe resultados que refletem a realidade do Brasil e não somente de Belo Horizonte ou de Minas Gerais. Foram identificadas ainda importantes variações entre as regiões do país”, afirma.

Mariângela Cherchiglia chama a atenção para o fato de que quase 70% dos atendimentos são feitos por clínicas privadas conveniadas com o Sistema Único de Saúde. “Não podemos afirmar que há interesse financeiro dessas clínicas em manter o paciente usando o cateter. Na maioria das vezes, poderíamos classificar como um descuido”, afirma a professora.

A pesquisa foi também co-orientada pelas professoras Eli Iola Gurgel Andrade também do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade e Eleonora Moreira Lima, pediatra do setor de hemodiálise do Hospital das Clínicas.

Melhor prevenir do que remediar

Percentual de pacientes com tempo de permanência maior do que o recomendado pela Anvisa com o catéter, por estado brasileiro,2000-2004 (N = 25557)

A doença renal crônica tem como causas, a hipertensão arterial e o diabetes mellitus. Isso significa dizer que boa parte desses pacientes já está sendo atendido pelos Centros de Saúde.

Segundo as pesquisadoras, esse atendimento poderia ser uma forma de se evitar ou retardar a chegada do paciente renal à condição de doente terminal.

“Estudos mostram que a população frequenta os Centros de Saúde, mas, pelo que tudo indica, os médicos não estão se lembrando de monitorar o funcionamento dos rins”, alerta a professora. Para reverter o quadro, o grupo defende a criação de campanhas de incentivo ao monitoramento do funcionamento renal, tanto para pacientes quanto para profissionais de saúde.

Além disso, é sugerida a utilização do período entre a entrada do paciente na clínica de diálise até o dia da confecção do acesso vascular permanente (FAV) como indicador de qualidade que possibilite o monitoramento desses serviços. “Acredito que, assim, as clínicas de hemodiálise se esforcem para diminuir esse prazo”, conclui Gisele Macedo.

Tratamento de doenças renais

Quando o rim para de funcionar existem três alternativas de tratamento: hemodiálise, diálise peritoneal, ou transplante do órgão. Modalidades de terapia renal substitutiva. Cada um tem suas vantagens e desvantagens para cada caso, levando em conta o maior bem estar físico e psicológico para o paciente e sua família.

Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG
jornalismo@medicina.ufmg.br -
Genzyme patrocina intercâmbio acadêmico

Genzyme patrocina intercâmbio acadêmico

empresa de biotecnologia farmacêutica incentiva evento voltado às doenças renais crônicas



Acontece durante o mês de junho na cidade de São Paulo o IV Intercâmbio Acadêmico em Metabolismo Mineral em Doenças Renais Crônicas, evento dirigido exclusivamente a nefrologistas e realizado por duas das maiores universidades do Brasil - USP e UNIFESP - com o apoio da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e patrocínio da Genzyme, quarta maior companhia do segmento de biotecnologia farmacêutica do mundo.

Já em sua quarta edição, o Intercâmbio Acadêmico em Metabolismo Mineral em Doenças Renais Crônicas é um projeto da área nefrológica que coloca o Brasil em vantagem frente ao mundo, uma vez que somente aqui há a possibilidade de se disponibilizar uma estrutura completa de capacitação técnica e científica relacionada ao tema.

Este intercâmbio tem o total de 42 horas e conta com a presença de 16 participantes, sendo seis do Brasil e 10 da América Latina (Argentina, Uruguai e Chile) que participarão de aulas teóricas e práticas de biópsia óssea e paratiroidectomia e, ainda, de visitas aos ambulatórios de Metabolismo Mineral da USP e UNIFESP.

Os participantes foram escolhidos através de processo seletivo que incluiu análise de currículo e carta de intenções, pelos coordenadores do evento, os doutores Aluízio Carvalho, Maria Eugênia Canziani, Rosa Moysés e Vanda Jorgetti.

Esses coordenadores também ministrarão as aulas e, ainda, contarão com os seguintes convidados: doutores Lilian Cuppari, Luciene dos Reis e Rodrigo O. Santos e a nutricionista Mirian Ghedini Lopes.

Vale ressaltar que a Dra. Vanda Jorgetti é considerada pioneira na pesquisa e ensino da investigação do Distúrbio Mineral e Ósseo da Doença Renal Crônica e tem seu nome associado a um prêmio bi-anual da SBN. Trata-se do Prêmio Vanda Jorgetti , que é patrocinado com exclusividade pela Genzyme e é concedido ao melhor trabalho na área de Metabolismo Mineral apresentado no XXV Congresso Brasileiro de Nefrologia (de 11 a 15 de setembro de 2010, em Vitória - ES).

Fundada em Boston em 1981,a Genzyme (www.genzyme.com.br)é hoje a quarta maior companhia do segumento de biotecnologia do mundo. Presente em cerca de 100 países, com mais de 11 mil empregados, está no Brasil desde 1997. Lidera o esforço de desenvolvimento, pesquisa e aplicação das tecnologias mais avançadas na área das biociências, buscando soluções para inúmeras necessidades médicas não atendidas, não só na área.
http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12220:genzyme-patrocina-intercambio-academico&catid=47:cat-saude&Itemid=328
África do Sul faz transplante de rim entre pacientes com HIV

África do Sul faz transplante de rim entre pacientes com HIV

Nove transplantes já foram feitos com sucesso entre pessoas com HIV no hospital Groote Schurr, em Cape Town. Esse é o único hospital do mundo a fazer a operação em pessoas nessas condições, de acordo com a cirurgiã Elmi Muller.

Ela foi aos EUA falar sobre as operações com colegas americanos, que ainda discutem se esse tipo de operação pode ser feito com segurança.

Apesar de os remédios permitirem que as pessoas com HIV vivam bem, algumas desenvolvem doenças nos rins e precisam fazer hemodiálise, que traz riscos maiores para esses pacientes.

Se o transplante entre pessoas com HIV for permitido, eles podem receber um órgão mais rápido. Mas há o risco de o transplantado ser infectado com um vírus mais resistente aos medicamentos.

Fonte: Folha de S.Paulo

Refrigerante diet previne pedras no rim

 

 

Refrigerante diet previne pedras no rim

Se você sofre com pedras no rim, talvez queira trocar os refrigerantes normais pela versão diet da bebida.

 

As pedras são formadas quando a urina contém materiais que formam cristais e que podem se solidificar (cálcio, ácido úrico e uma substância chamada oxalato – a maioria é feita de uma mistura chamada oxalato de cálcio). Normalmente, essas pedras conseguem ser dissolvidas.

Uma das razões pelas quais certas pessoas desenvolvem pedras nos rins é que seu organismo não possui citrato de potássio, que dissolveria o cálcio da urina.

Dez anos atrás um estudo mostrou que limonada feita em casa aumentava o nível de citrato no organismo, prevenindo a formação de pedras nos rins. A forma exata com que a limonada fazia isso ainda é um mistério, mas vários médicos passaram a indicar o tratamento para seus pacientes.

O último estudo feito nesse sentido tinha como objetivo analisar se alguma bebida produzida comercialmente tinha os mesmos níveis de citrato da limonada caseira. Para evitar açúcar, os pesquisadores testaram os refrigerantes diet.

A conclusão foi que refrigerantes baseados em produtos cítricos – de limão, de laranja ou a famosa gengibirra (feita de gengibre) – possuíam níveis de citrato ainda mais altos do que os da limonada caseira.

Refrigerantes à base de xarope de cola, no entanto, tinham níveis de citrato baixos ou nenhum nível de citrato. No entanto, para provar isso e para que os médicos comecem a prescrever refrigerante diet como remédio para pedras nos rins, mais testes são necessários. Atualmente o conselho é ingerir vários copos de água por dia para filtrar substâncias prejudiciais. [MSNBC]

http://hypescience.com/refrigerante-diet-previne-pedras-no-rim/

Proteínas podem ajudar em teste de urina para detecção de câncer nos rins

Proteínas podem ajudar em teste de urina para detecção de câncer nos rins

Pesquisadores da Washington University em St. Louis, nos EUA, identificaram duas proteínas que são expelidas pela urina em pessoas com câncer nos rins. A descoberta pode levar a um exame preciso e um diagnóstico precoce da doença.

O estudo é o primeiro a mostrar que certas proteínas podem alertar para a presença de pelo menos 90% dos cânceres de rins. Atualmente não há nenhum teste de diagnóstico para o problema. Cerca de 80% dos tumores são descobertos sem querer, durante um ultrassom ou outro exame requerido por queixas de dores abdominais.

“O câncer dos rins é um silencioso e frequentemente fala tipo de câncer”, ressalta o líder do trabalho Evan D. Kharasch. “Mais de 80% dos pacientes morre após dois anos do diagnóstico, e mais de 95% morrem em cinco anos porque ao ser diagnosticado, já está espalhado pelo rim. Se for detectado precocemente, entretanto, o câncer pode ter cura em grande parte dos casos”.  

As proteínas aquaporin-1 (AQP1) e adipophilin (ADFP) não estão presentes em altos níveis na urina de pessoas saudáveis. “Acreditamos que da mesma maneira que usamos mamografia para o câncer de mama e teste de sangue para o câncer de próstata, poderemos ter a oportunidade de detectar essas proteínas pela urina, como uma maneira de identificar a presença do câncer de rim”, diz Kharasch.

Agora, os pesquisadores precisam verificar se os níveis dessas proteínas encontradas na urina de pessoas doentes é proporcional ao tamanho do tumor, e se o exame conseguiria identificar o problema em estágios muito iniciais.

http://cienciadiaria.com.br/2010/04/08/duas-proteinas-podem-ajudar-na-criacao-de-um-teste-de-urina-para-deteccao-de-cancer-nos-rins/

Droga pode bloquear inflamação do rim em pessoas com lúpus

Droga pode bloquear inflamação do rim em pessoas com lúpus

Submitted by Ciência Diária on Tuesday, 1 June 2010Sem comentários

Irritação da pele em forma de borboleta tipicamente presente nas bochechas de pessoas com lúpus. Crédito: Wikipedia.

Irritação da pele em forma de borboleta tipicamente presente nas bochechas de pessoas com lúpus. Crédito: Wikipedia.

Cientistas dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA descobriram que a ativação de células imunes conhecidas como basófilos provoca os danos nos rins em ratos com nefrite lúpica, inflamação no rim desencadeado pelo lúpus eritematoso sistêmico (LES). A descoberta pode levar a novos tratamentos contra a doença autoimune.

http://cienciadiaria.com.br/2010/06/01/droga-contra-a-asma-pode-bloquear-efeito-inflamatorio-nos-rins-em-pessoas-com-lupus/

Em experiências anteriores, os pesquisadores viram que ratos geneticamente modificados para serem deficientes na proteína quinase de Lyn tinham reações exageradas a alérgenos no início da vida, desenvolvendo mais tarde o lúpus-nefrite. Isso foi determinado pelo monitoramento do aumento da resposta de imunoglobulina E (IgE) a substâncias normalmente inofensivas.

Agora, o novo estudo mostra como basófilos ativados através de auto-anticorpos IgE reativos – ou seja, anticorpos que atacam o próprio corpo, em vez de bactérias ou vírus – podem contribuir para o dano renal associado ao lúpus. A equipe mostrou que os IgEs presos à superfície dos basófilos no baço e linfonodos, promovendo uma série de eventos celulares que aprimoram a produção de mais anticorpos autoreativos.

A equipe foi além, demonstrando que a ausência de indução autoreativa dos IgEs ou o empobrecimento da população de basófilos aliviaram muitas dos sintomas renais característicos.

Basófilos em humanos

Então, os cientistas examinaram amostras de sangue de 44 pessoas com lúpus e encontraram a presença dos anticorpos autoreativos, bem como uma quantidade alta de basófilos ativados – condição não observada em pessoas saudáveis.

A equipe sugere que o controle dos níveis de anticorpos autoreativos ou de basófilos seja uma abordagem promissora contra a nefrite lúpica em pacientes com LES. Um tratamento já disponível no mercado, o omalizumabe (indicado para portadores de asma) bloqueia a ativação dos mesmos, evitando a inflamação dos rins. Agora, os pesquisadores planejam um estudo de segurança com a droga em pacientes com lúpus.

MINHAS REFLEXÕES- O VALOR DO MÉDICO....

DESDE MINHAS PRIMEIRAS POSTAGENS, NESTE BLOG, SEMPRE VALORIZEI OS MÉDICOS QUE CUIDARAM DE MIM, COMO ALGUÉM MUITO IMPORTANTE PRA MINHA RECUPERAÇÃO....

FORAM ELES QUE ME DERAM FORÇA NA HORA QUE DESABEI, FORAM ELES QUE ME ESCLARECAM NA HORA QUE PRECISEI DE INFORMAÇÃO...

A TODOS ESSES PROFISSIONAIS, QUE DEDICAM SUAS VIDAS EM PROL DE OUTROS, ESSA PEQUENA HOMENAGEM.....

NAMASTE...........

 

 

 

 

 

 

Organizações para transplantes levam o Príncipe de Astúrias

Organizações para transplantes levam o Príncipe de Astúrias

Prêmiaçãofoi na categoria "Cooperação Internacional"

AFP

The Transplantation Society (TTS) de Nova York e a Organização Nacional de Trasplantes (ONT) da Espanha, país líder na doação de órgãos, receberam nesta quarta-feira o Prêmio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional 2010.

As duas instituições foram premiadas por seu "determinante trabalho no estabelecimento dos princípios médicos e éticos que regem os processos clínicos e a pesquisa científica relacionada com os trasplantes", argumentou o júri.

The Transplantation Society foi criada em 1966 durante a celebração de uma conferência sobre trasplantes de tecidos humanos organizada pela Academia de Ciências de Nova York.

Por sua parte, a Organização Nacional de Trasplantes (ONT), criada em 1980, é um organismo coordenador de caráter técnico, pertencente ao Ministério espanhol da Saúde.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/organizacoes+para+transplantes+levam+o+principe+de+asturias/n1237668750006.html

Livro conta histórias de brasileiros que venderam o rim para traficantes

Livro conta histórias de brasileiros que venderam o rim para traficantes

da Livraria da Folha

Divulgação
Livro  denuncia o esquema de tráfico de órgãos humanos no Brasil
Livro denuncia o esquema de tráfico de órgãos humanos no Brasil

Em solo brasileiro, eles não estão aqui em férias. Conhecidos como "turistas de transplante", o trabalho deles é encontrar jovens saudáveis dispostos a vender partes de seus corpos. A denúncia que mostra o Brasil na rota do tráfico internacional de órgãos não é nova, mas o jornalista Julio Ludemir, em "Rim por Rim - uma reportagem sobre o tráfico de órgãos" (Record), conta os bastidores deste lucrativo negócio a partir de documentos e depoimentos de quem viveu na carne esta história.

Segundo a antropóloga norte-americana Nancy Sheper-Hughes, importante fonte de informação do livro, os relatos de tráfico de órgãos ficaram, por muitos tempo, na esfera de "lenda urbana". Ou seja, tratados como ficção. Com a divulgação cada vez maior do tema na mídia, muitos casos vieram à tona e países como Brasil passaram a investigar esta prática - pela lei brasileira, um crime.

O Nordeste brasileiro é, segundo investigações, lugar preferencial de visita dos traficantes de órgãos. Em especial, Recife, em Pernambuco. O contato com jovens desempregados, em situação de fragilidade econômica ou extrema pobreza, vítimas em potencial dos traficantes, é feito através de agenciadores brasileiros, já recrutados pelos "turistas de transplantes". Na maioria das vezes, a retirada do órgão foi feita em hospitais no exterior, coma na África do Sul.

As investigações da polícia brasileira chegaram também a São Paulo, onde médicos faziam retiradas de órgãos em pacientes que não estavam em morte cerebral. Segundo a antropóloga Nancy Sheper, este mercado negro mundial reproduz a perversa rota do capital -"os órgãos transitam do Sul para o Norte, dos pobres para os ricos, dos negros para os brancos e das mulheres para os homens".

*

"Rim Por Rim"
Autor:
Julio Ludemir
Editora:
Record
Páginas:
308
Quanto:
R$ 44,90
Onde comprar:
0800-140090 ou na Livraria da Folha

Doações e de transplantes de órgãos crescem 30% em SP

Doações e de transplantes de órgãos crescem 30% em SP

Entre janeiro e maio, foram feitas 1.044 cirurgias, contra 793 no mesmo período de 2009


Agência Brasil

SÃO PAULO - O Estado de São Paulo registrou um crescimento de cerca de 30% no número de doadores de órgãos e de transplantes realizados nos primeiros cinco meses do ano. Entre janeiro e maio, foram feitos 1.044 transplantes. No mesmo período de 2009, essa quantidade chegava a 793.

Os dados integram um levantamento realizado pela Secretaria Estadual de Saúde com base na Central de Transplantes, que revela que o número de doadores cresceu 34,5%, saltando de 284 pessoas nos primeiros meses de 2009 para 382 este ano.

A secretaria atribui os resultados positivos ao aprimoramento do trabalho de captação de órgãos nos hospitais e à implantação de um novo projeto que criou coordenadores intra-hospitalares de doação e transplante em 31 estabelecimentos paulistas. São esses profissionais os responsáveis por identificar potenciais doadores e acompanhar todos os exames necessários à operação.

Ainda de acordo com a secretaria, as cirurgias de pulmão quase triplicaram, passando de 12 para 32. Já os transplantes de rim cresceram 41%, aumentando de 441 para 622, e os de fígado subiram 19,3%, de 243 para 290. Já os transplantes de pâncreas e de coração permaneceram praticamente estáveis.

Nos primeiros cinco meses de 2009, foram feitos 59 transplantes de pâncreas e 54 no mesmo período deste ano. Nos casos de transplante de coração, foram 41 em 2009 contra 43 este ano.

Uma análise detalhada dos 7.580 procedimentos realizados durante todo o ano passado também mostrou que um a cada cinco pacientes transplantados em hospitais paulistas em 2009 vinha de outros Estados brasileiros.

Dos 1.632 pacientes que se encaixam nessa situação, 619 declararam morar no Rio de Janeiro. Outros 315 residiam em Minas Gerais. Em seguida vêm os baianos (101) e os goianos (55).

De acordo com a secretaria, a legislação brasileira permite que pessoas sejam inscritas na lista de espera de uma localidade diferente da que vivem.

"Ainda estamos aquém [do ideal], mas muito além dos outros Estados. São Paulo tem de continuar dando o exemplo", afirma Rubens Belfort Júnior, da Sociedade Paulista Para o Desenvolvimento da Medicina durante a inauguração do novo Hospital Dr. Euryclides de Jesus Zerbini, o primeiro estabelecimento público especializado em transplantes do País e que funcionará no local onde antes era o Hospital Brigadeiro, na zona sul da capital paulista.

SP abre o primeiro hospital público de transplantes

SP abre o primeiro hospital público de transplantes

Hospital Brigadeiro abriga nova instituição.
Ela terá capacidade para fazer mais de 600 transplantes por ano.

Emilio Sant'Anna Do G1 SP

Hospital Brigadeiro passa a se chamar Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo Dr. Euryclides de Jesus ZerbiniHospital Brigadeiro passa a se chamar Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo Dr. Euryclides de Jesus Zerbini (Foto: Emilio Sant'Anna/G1)

 

A partir desta terça-feira (15), o Hospital Brigadeiro, na região da Avenida Paulista, muda de nome e de perfil. Passa a se chamar Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo Dr. Euryclides de Jesus Zerbini e, como o nome já diz, torna-se uma referência no estado como o primeiro hospital público especializado em transplantes de órgãos.

Com um investimento de R$ 37,3 milhões, a administração do agora antigo Hospital Brigadeiro também muda. Ele passa a ser gerido pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), uma organização social de saúde (OSS) ligada à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O novo centro tem capacidade para a realização de 636 transplantes por ano: 240 de rim, 200 de córnea, 100 de fígado, 48 de pâncreas e 48 de medula óssea. Os procedimentos serão realizados em nove salas cirúrgicas, com a retaguarda de 153 leitos de internação, entre eles 21 reservados para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Além de realizar esses procedimentos, o hospital servirá também como centro de análises patológicas para a realização de transplantes em outros hospitais do estado.

Uma central 24 horas funcionará no local, com capacidade para fazer os exames de anatomia patológica e emitir laudos à distância para outros hospitais. De acordo com o superintendente da SPDM, Nacime Salomão Mansur, o modelo escolhido facilitará a realização de mais transplantes e pode servir de modelo. “Estamos mantendo o que já existia aqui e expandindo com a realização de transplantes”, diz Mansur, citando, por exemplo, os atendimentos de neurologia que continuarão a ser feitos no local.

“O Brigadeiro estava um pouco solto na rede, era um hospital sem manutenção, perdido num lugar central da cidade”, diz Wladimir Taborda, assessor médico da Secretaria de Estado da Saúde." Segundo ele, a meta de 636 transplantes tende a aumentar. “É o padrão mínimo e pode aumentar, porque a captação de órgãos vem aumentando.”


g1

São Paulo ganha 1º hospital público de transplantes

São Paulo ganha 1º hospital público de transplantes

Agencia Estado

A partir de hoje, o Hospital Brigadeiro, na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, em São Paulo, passa a se chamar Hospital de Transplantes Dr. Euryclides de Jesus Zerbini - o primeiro hospital público do Brasil especializado em transplantes.

Concebido para se tornar referência em transplantes de rim, fígado, pâncreas, medula óssea e córneas, o complexo começou a se transformar há dois anos. O prédio passou por reformas e já começou a receber pacientes candidatos a transplantes. O hospital, que não fará operações entre vivos, tem capacidade para realizar mais de 630 transplantes de órgão e tecidos por ano.

"Era uma demanda da rede. Precisávamos de um espaço para operações de rim, por causa da frequência de transplantes, e de fígado, em razão da dificuldade da operação", afirma o responsável pela implantação do hospital, Wladmir Taborda. Atualmente, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, 8.209 pessoas aguardam por um rim - a maior fila para um órgão.

O prédio, que já foi administrado pelo governo federal, ganhou oito salas especiais para transplantes, com sistema de ventilação controlado para evitar infecções. A equipe, com cerca de 80 médicos, se dividirá em áreas de especialidades para os atendimentos. As informações são do Jornal da Tarde

g1

A triste história de Gary Coleman

A triste história de Gary Coleman

É triste ver a história recorrente dos atores infantis  e seu final trágico, mais uma vez ilustrado pela morte aos 42 anos de Gary Coleman (1968-2010), vítima de uma queda que feriu sua cabeça, na cidade de Provo, estado de Utah.

Uma conclusão que é apenas a decorrência de uma bem conhecida sucessão de desastres financeiros e pessoais, de um pessoa que, infelizmente passou sua vida entrando e saindo de hospitais, vítima de uma doença congênita dos rins, que justamente teria sido a causa dele nunca ter crescido. Fez dois transplantes de rim, um aos cinco anos, outro aos 16.

Apesar disso tudo, foi um sucesso na televisão quando criança, e sua série Diff´rent Strokes foi sucesso na televisão de 78 a 85 na NBC e depois mais dois anos na ABC.

Era um sitcom sobre um milionário (Conrad Bain) que adota dois órfãos negros e pobres, Arnold (Coleman) e Willis (Todd Bridges).

Gary Coleman - Divulgação

Ele era um comediante natural e brilhante, logo se tornando querido e famoso (a série passou no SBT como Minha Família É Uma Bagunça). Ele tinha até um bordão: What You Talking About,Willis?

Eventualmente a juventude acabou e começou o segundo ato. Processou os pais, porque achou que o usaram, o seu administrador que o teria roubado, e em 99, pediu falência. No seu auge ele ganhava US$ 3 milhões por ano.

Durante a mesma época, seus dois colegas de elenco também teriam problemas, Dana Plato que fazia a filha de Bain foi presa por drogas e iria morrer de overdose em 99. Bridges, em 1990, foi julgado por tentativa de assassinato, mas não foicondenado.

Coleman também foi preso várias vezes por conduta inadequada, perturbação da ordem, desordem e acusado de bater na esposa Shannon Price. A única chance de sobrevivência era expondo seus problemas em shows de TV ou fazendo pontas em filmes.

Também tentou sobreviver em empregos comuns, como segurança de parque de diversões, e em 2003 chegou a se candidatar a governador da Califórnia junto com outros 134 candidatos. Seu último filme teria sido Midgets vs Mascots / Anões vs Mascotes em 2009.

Chegaram mesmo a usar seu nome no musical Avenida Q, montado em São Paulo e Rio também com seu nome,  onde o zelador das vilas levava seu nome e se apresentava como falido mas feliz. Não se sabe como será resolvida essa questão agora com sua morte, o show continua em cartaz na off Broadway e deve sair em excursão pelo Brasil todo.

Fora a tristeza de tudo isso, o único que consigo pensar é a recomendação: Pais, não deixem seus filhos virarem atores infantis. O exemplo está claro. Não dá certo.

http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/2010/05/29/a-triste-historia-de-gary-coleman/comment-page-1/

Comitê de doação de órgãos da Santa Casa realiza sua primeira captação

Comitê de doação de órgãos da Santa Casa realiza sua primeira captação

Equipe é composta por médicos e assistentes sociais.

AI / Santa Casa de Itu

Equipe da Santa Casa de Itu está otimista com os primeiros resultados da Comissão

A Comissão Intra Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para transplantes da Santa Casa de Itu - São Camilo realizou a primeira captação de órgãos após a abordagem feita pela instituição para incentivar as famílias a praticarem e apoiarem a ação.

O Comitê é composto por uma equipe multidisciplinar com médicos, cirurgiões intensivistas, psicólogos e assistentes sociais preparados para realizar tal função. “Com este processo pudemos ajudar dez pacientes que se encontram na fila de espera para receber um transplante neste ano de 2010”, explica Elissandra Bonachela, Supervisora Administrativa do órgão.

Para realização deste trabalho o comitê da Santa Casa consolidou uma parceria com a Organização de Procura de Órgãos de Sorocaba. “Em nome de toda a equipe agradeço a todas as pessoas direta ou indiretamente envolvidas no processo de doação. Sem essa ajuda nada seria possível e vidas não teriam sido salvas”, disse Dr. Jorge Luis, membro do projeto.

De acordo com o Ministério da Saúde o passo principal para se tornar um doador é comunicar a família e deixar claro esse desejo. Não é necessário deixar nada por escrito. Os familiares devem se comprometer a autorizar a doação por escrito após a constatação da morte encefálica, para que assim, órgãos ou tecidos em condições de serem aproveitadas para transplante, ajudem outras pessoas.

http://www.itu.com.br/saude-beleza/noticia/comite-de-doacao-de-orgaos-da-santa-casa-realiza-sua-primeira-captacao-20100611

Abertas inscrições para evento sobre sistema de tratamento de água para hemodiálise

Abertas inscrições para evento sobre sistema de tratamento de água para hemodiálise

Evento acontecerá nos dias 17 e 18 de junho, numa parceria entre o Governo do Estado e ABDEH

Estão abertas, até a próxima terça-feira (15), as inscrições para o Seminário sobre Sistemas de Tratamento e Distribuição de Água para Hemodiálise, que acontecerá nos dias 17 de 18 deste mês, das 8h30 às 17h30, na Associação Médica da Paraíba, em João Pessoa. O evento está sendo promovido pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar (ABDEH) – Regional da Paraíba, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), com o apoio da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa).

As inscrições custam R$ 10,00 para associados da ABDEH e R$ 25,00 para não associados. Para se inscrever, é preciso enviar um e-mail para o endereço abdeh@abdeh.org.br, solicitando a ficha de inscrição. Depois de preenchida, a ficha deve ser devolvida pelo mesmo e-mail, para que a comissão organizadora envie o boleto bancário. Após comprovar o pagamento, a equipe da ABDEH envia um e-mail para a pessoa, confirmando a inscrição. Estão sendo oferecidas 80 vagas.

Participantes – O objetivo do seminário é capacitar técnicos e inspetores da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, que atuam na área de hemodiálise. Entre os assuntos em pauta, está a aplicação da Resolução 33/2008, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que trata dos parâmetros para a instalação do sistema de tratamento e distribuição de água para hemodiálise. Podem participar do evento, arquitetos, engenheiros, farmacêuticos, químicos, médicos, enfermeiros, administradores, inspetores sanitários e outros profissionais que atuam em unidades de diálise.

“Como essa resolução é relativamente nova, os técnicos do Nordeste ainda não foram capacitados. Por isso, vamos realizar esse seminário, que também vai tratar de outros temas afins. Vamos ter, por exemplo, uma palestra sobre as complicações clínicas relacionadas com a água da hemodiálise, um assunto muito importante, levando em consideração que, se a água não estiver dentro dos parâmetros, pode haver complicações na saúde do paciente, que podem, inclusive, levá-lo a óbito”, disse Teresa Lira, arquiteta da Subgerência de Acompanhamento de Serviços de Engenharia Sanitária da SES e diretora da ABDEH Regional da Paraíba.

Visita – Durante o seminário, também haverá uma palestra sobre a manutenção de equipamentos de hemodiálise e está programada uma visita técnica à Unidade de Tratamento de Água para Hemodiálise do Hospital Amip, em João Pessoa, prevista para às 9h da sexta-feira (18). Se existir alguma vaga, ainda serão feitas inscrições no dia do evento. Os interessados podem obter mais informações pelo site www.abdeh.org.br.

Da Assessoria de Imprensa da SES/PB

http://www.paraibanews.com/2010/06/11/abertas-inscricoes-para-evento-sobre-sistema-de-tratamento-de-agua-para-hemodialise/

Doentes sofrem descaso em Altamira

Doentes sofrem descaso em Altamira

Em Altamira o Hospital Regional da Transamazônica vem deixando a desejar no atendimento aos doentes renais crônicos. Trinta e dois pacientes da região precisam fazer o tratamento rotineiramente. Mas o hospital só dispõe de quatro máquinas.

Atualmente, 17 pessoas aguardam na fila para receberem sessões de hemodiálise, na cidade. O aposentado Raimundo Vale, que mora em Uruará, distante 180 quilômetros de Altamira, diz que tudo é precário. Segundo ele, os pacientes renais não têm transporte adequado, a medicação que deveria ser distribuída na maioria das vezes não existe, dentre muitos outros problemas.

MILHARES DE DOENTES

De acordo com a Associação Paraense de Pacientes Renais Crônicos, existem hoje só no Estado do Pará 1.320 pacientes cadastrados na entidade. (Diário do Pará)

Livro - Manual de Nutrologia, Dietologia e Doenças Renais

LIVRO A VENDA NAS LOJAS AMERICANAS

VALOR CR$ 59,90 REAIS.

Pacientes de hemodiálise denunciam carência de equipamentos no HC

Pacientes de hemodiálise denunciam carência de equipamentos no HC

De acordo com eles, apenas seis máquinas funcionam no setor; o HC informou que falta apenas uma autorização do Governo Federal para compra de equipamentos

Da Redação do pe360graus.com

Reprodução / TV Globo

Foto: Reprodução / TV Globo


Pacientes de hemodiálise do Hospital das Clínicas denunciam a falta de máquinas para fazer o tratamento. Segundo eles, a situação agravou nos últimos quatro meses. Das quinze máquinas que atuam no setor, apenas seis funcionam, diminuindo de quatro para três horas o tempo de tratamento.

Isso tem causado preocupação nos pacientes: “as taxas da gente sobem quando a gente só faz três horas, fica mais água dentro da gente e as taxas da estão sempre subindo”, disse Maria da Conceição de Lima.

As máquinas não são os únicos problemas. Além de existir apenas um tensiômetro para toda enfermarias, as cadeiras estão em más condições, chegando a provocar quedas de pacientes, dizem eles.

Seu Rosildo se submete a sessões semanais de hemodiálise há 20 anos e conta que já procurou a direção do Hospital para pedir providências: “deram 15 dias pra chegar 17 máquinas, mas só chegou duas. Assim mesmo a turma não sabe trabalhar com as máquinas”, desabafou.

Em nota, a assessoria de imprensa do Hospital das Clínicas disse que o setor de hemodiálise conta com treze máquinas e desse total, oito estão em funcionamento. A nota esclarece também que o HC está aguardando uma autorização do Governo Federal para compra de outros dez equipamentos e de 16 cadeiras para servir aos pacientes.

 
 

teatro- espetáculo "Adão e Eva

http://www.vnews.com.br/noticia.php?id=73385

Data: 11/06/10 - Hora: 20 HORAS

Local: CAÇAPAVA SP

Adão é um executivo de alto nível que administra uma grande empresa de seu pai. O dinheiro e os bens materiais, no entanto, não são suficientes para que ele se sinta feliz. Adão sente-se muito sozinho e deseja encontrar uma companheira para completar sua vida. Eva, por sua vez, é uma mulher falante, inteligente e delicada, que tem o mesmo desejo de encontrar alguém para completar sua vida, já que a solidão faz com que passe horas no cabeleireiro e sempre buscando novos amigos. Adão e Eva se encontram inesperadamente e, de maneira surpreendente, decidem se casar em menos de 24 horas. De uma maneira intensa e divertida, após o casamento começam a viver a rotina da vida a dois e as diferenças de educação e cultura começam a surgir. Com isso, é abordada a importância da flexibilidade para qualidade de vida na relação e a possibilidade de tudo ser resolvido através do amor e da doação. No espetáculo, a doação de órgãos é abordada de forma natural, quando é feita uma analogia sobre a doação da costela de Adão para Eva, como na história bíblica conhecida por todos. Ingressos O ingresso poderá ser trocado por um óleo de cozinha no local, uma hora antes do espetáculo. Tudo que for arrecadado será destinado ao Fundo Social de Solidariedade da cidade. O Cine Vogue fica na Rua Cel. José Guimarães, 160, Centro. Mais informações pelo telefone (12) 3652-9222.

Fim do martírio na hemodiálise no Norte de Minas

Fim do martírio na hemodiálise no Norte de Minas

PIRAPORA – Pacientes com problemas renais de Pirapora, no Norte de Minas, aguardam ansiosos pelo início das operações do serviço de hemodiálise do Hospital São Sebastião. Quando os equipamentos de filtragem e depuração de resíduos do sangue começarem a operar, a partir da próxima segunda-feira, eles não mais precisarão se deslocar 163 quilômetros até a vizinha Montes Claros para a realização do tratamento, feito, em média, três vezes por semana.
O novo setor hospitalar já foi oficialmente inaugurado, na semana passada, mas depende ainda de detalhes burocráticos, como a transferência das fichas e dos registros de tratamento feitos em Montes Claros, para poder receber os pacientes. Até então, eles eram obrigados a se submeter a uma verdadeira via-sacra. Para chegar a tempo de realizar a hemodiálise, a maioria precisava sair d e casa, em Pirapora, de madrugada, por volta das 2 horas, para chegar no centro de tratamento em Montes Claros às 5h30. O retorno acontecia apenas à tarde, após as 14h.
O novo centro de hemodiálise de Pirapora é o terceiro a funcionar fora de Montes Claros. Atualmente, Brasília de Minas e Janaúba já estão prestando esse serviço na Região do Norte de Minas. O serviço de Salinas, credenciado desde o ano passado, ainda depende de definições para entrar em operação.
Dotada de 14 máquinas (cada uma ao custo aproximado de R$ 50 mil), a Unidade de Terapia Renal Substitutiva do Hospital São Sebastião tem capacidade para atender 58 pacientes da microrregião. Os pacientes serão amparados por profissionais qualificados e experientes na área. O secretário municipal de finanças, Heliomar Silveira, diretor da Fundação Hospitalar Moisés de Magalhães Freire, salienta que a unidade está pronta para entrar em funcionamento, mas o Estado é quem define de onde virão os pacientes.
A dona de casa Vanessa da Silva Duarte, 33 anos, comemora o atendimento de pacientes em Pirapora. Há dois anos, ela descobriu que precisava fazer hemodiálise. Três dias por semana, conta, precisou viajar para Montes Claros. Como residia em Santa Fé de Minas, que fica a 80 quilômetros de Pirapora, tinha dificuldades de se deslocar para chegar a tempo . A solução foi mudar para Pirapora com o marido e quatro filhos. Agora, sua situação ficará menos difícil.
O paciente Nilton Barbosa da Conceição, 63 anos, faz hemodiálise há oito anos, viajando às segundas, quartas e sextas-feiras para Montes Claros. Ele sai de sua casa, no bairro Cidade Industrial, às 2 horas para pegar o ônibus que leva os pacientes a Montes Claros, onde chega às 5h30m. “A criação da unidade de hemodiálise em Pirapora é um alívio. Estou com 95% dos problemas resolvidos, pois posso dormir até mais tarde e voltar para casa imediatamente”, afirma Nilton.
Para o médico nefrologista Fernando Aguiar Vitta, do Hospital Dilson Godinho, a criação da unidade é um alívio para os pacientes, que amenizarão o sofrimento. Ele alerta, entretanto, que é preciso ser feito um novo planejamento da área de nefrologia no Norte de Minas. No hospital onde Vitta trabalha, há capacidade ociosa de atendimento. “Poderíamos atender 200 pessoas, mas só há 120. Enquanto isso, na Santa Casa tem tem 280 pacientes, sendo que o ideal seria 160”, diz.

Informações do Hoje em dia

http://www.jm1.com.br/2010/06/fim-do-martirio-na-hemodialise-no-norte-de-minas/

Ceará passa a realizar hemodiálise com equipamentos de alta tecnologia

Ceará passa a realizar hemodiálise com equipamentos de alta tecnologia

" "Um novo conceito em terapia renal substitutiva. O Hospital Geral de Fortaleza, HGF, acaba de adquirir um sistema de hemodiálise destinado a pacientes com insuficiência renal aguda (IRA). Trata-se do Sistema Genius, um equipamento voltado para Terapias Extracorpóreas em IRA. Já utilizado em países da Europa e da América Latina, o equipamento só é utilizado em 20 hospitais públicos do Brasil. No Ceará, o HGF é o primeiro a fazer uso deste sistema. O equipamento possibilita que a hemodiálise seja feita no próprio leito evitando deslocamentos do paciente e com o mais alto grau de higiene. Ao todo, foram adquiridas 12 máquinas, em regime de comodato, que custam por mês ao Tesouro do Estado R$ 144.000,00. O equipamento é destinado principalmente aos pacientes da emergência e das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) do hospital.

O coração do sistema Genius é um reservatório termicamente isolado com capacidade de armazenagem de 90 litros. Este reservatório é preenchido com solução de diálise pronta para uso. A solução é preparada individualmente antes de cada tratamento.

O equipamento, que funciona com bateria, é versátil, podendo ser transportado para qualquer unidade do hospital sem a necessidade de osmose reversa portátil. O baixo consumo de água, eletricidade, desinfetante e heparina é outra vantagem. O sistema Genius trabalha com dialisado ultrapuro, livre de toxinas, bactérias e metais pesados, e tem circuito extracorpóreo hermético, isento de ar, o que melhora a performance, reduzindo os riscos de contaminação. O equipamento é prático, de simples operacionalização e manutenção, tendo apenas duas bombas, uma para sangue e dialisado e outra para ultrafiltração.

Cerca de sessenta profissionais de saúde do setor de Nefrologia do HGF, entre médicos, enfermeiros e técnicos, serão treinados para fazer uso do novo sistema de hemodiálise. O treinamento acontece de 21 a 25 de junho e será ministrado pela enfermeira Malu Bruniera, que atua no Hospital das Clínicas de São Paulo, onde o equipamento já é utilizado. A entrega oficial dos equipamentos está marcada para o dia 13 de julho. As máquinas devem começar a operar logo após a conclusão do treinamento. "

Mais informações no www.saude.ce.gov.br ou www.hgf.ce.gov.br

Fonte: jornalista Fátima Holanda
http://cearaenoticia.blogspot.com/2010/06/ceara-passa-realizar-hemodialise-com.html
Vitamina D é essencial para ativar o sistema imunológico

Vitamina D é essencial para ativar o sistema imunológico

Vitamina essencial

Quando o corpo humano lutra contra uma infecção, as células T (timo) ajudam a nos manter saudáveis localizando e destruindo vestígios da presença dos patógenos, os agentes infecciosos externos que nos atacam.

Mas uma nova pesquisa feita na Dinamarca mostra que as células T precisam de boas doses de vitamina D no sangue a fim de entrarem em ação e executar o seu papel corretamente.

Esta descoberta, cujos detalhes foram publicados na revista científica Nature Immunology, dá novas ferramentas para que os médicos lidem com as reações autoimunes e até mesmo combatam a rejeição de órgãos transplantados.

Células T

As células T são um tipo de glóbulo branco que desempenham um papel central no sistema imunológico. A fim de encontrar, reagir e lutar contra várias infecções no corpo, as células T devem passar de um estado de células dormentes e inócuas para um estado de células ativas, capazes de matar as bactérias e os vírus.

Os cientistas da Universidade de Copenhague agora descobriram que a vitamina D é um elemento crítico para que as células T façam essa transição e cumpram seu papel.

Sem fontes suficientes da vitamina D no sangue, dizem os pesquisadores, as células permanecem latentes e são, portanto, incapazes de se "ativar" para lutar contra os patógenos externos.

Antena receptora de vitamina

"Quando uma célula T é exposta a uma patógeno invasor, ela estende um dispositivo de sinalização, uma espécie de 'antena', que se sabe ser um receptor da vitamina D, com a qual ela procura pela vitamina D," diz Carsten Geisler, um dos autores do estudo.

"Isto significa que a célula T deve dispor de vitamina D ou a ativação da célula cessará. Se as células T não conseguirem encontrar uma quantidade suficiente de vitamina D no sangue, elas não vão nem mesmo começar a se mobilizar," diz o pesquisador.

Fontes de vitamina D

A luz solar é a fonte natural de vitamina D, que é produzida quando a pele é exposta ao Sol.

Muito poucos alimentos contêm grandes quantidades de vitamina D. Entre as melhores fontes estão os peixes com alto teor de gordura, como salmão, atum e cavala, enquanto pequenas quantidades de vitamina D podem ser encontradas no queijo, leite e gema de ovo.

Embora os especialistas recomendem uma dose diária de entre 25 e 50 microgramas de vitamina D, não há estudos definitivos para determinar a quantidade ideal.

Estudos mostram que os jovens brasileiros têm insuficiência de vitamina D. A falta da vitamina também é apontada como causa da elevação do risco de hipertensão em mulheres, do aumento do risco de gripe e de problemas no coração.

Ativação do sistema imunológico

Os cientistas foram capazes de seguir a sequência bioquímica associada à transformação de uma célula T de sua forma inativa até sua forma ativa.

Esta capacidade de acompanhar a sequência representa a possibilidade de intervir em muitos pontos desse caminho a fim de modular a resposta imunológica.

A principal conclusão foi que as células T inativas não contêm o receptor de vitamina D e uma molécula específica, chamada PLC-gamma1.

"Os cientistas sabem há muito tempo que a vitamina D é importante para a absorção de cálcio e a falta desta vitamina também tem sido ligada a doenças como câncer e esclerose múltipla, mas o que nós não sabíamos é como a vitamina D é crucial na ativação do sistema imunológico. Agora já sabemos," afirma o Dr. Geisler.

Reações autoimunes e rejeição de órgãos

Este novo conhecimento tem o potencial para ajudar a regular a resposta imunológica do organismo, que é importante não só no que diz respeito ao combate a doenças, mas também para lidar com as reações anti-imunes e com a rejeição de órgãos - após os transplantes de órgãos, as células T podem começar a atacar o órgão do doador como sendo um invasor externo.

O Dr. Geisler acrescenta que a pesquisa poderá ajudar também a combater doenças infecciosas e epidemias globais.

"[Os resultados] terão um uso especial no desenvolvimento de novas vacinas, que funcionam seja treinando nosso sistema imunológico para reagir, seja suprimindo as defesas naturais do nosso corpo em situações nas quais isto é importante no tratamento - como é o caso dos transplantes de órgãos e das doença autoimunes."

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=vitamina-d-ativa-sistema-imunologico&id=5087

MP dará prazos para Estado mudar atendimento a renais crônicos

MP dará prazos para Estado mudar atendimento a
renais crônicos

Esclarecemos que este email não foi enviado pelo JusBrasil e que o JusBrasil não cobra, em hipótese alguma, pelo acesso às informações do site. Ver aviso completo>var documentID = "4960897"; var artefato = "4";

MP dará prazos para Estado mudar atendimento a
renais crônicos

Extraído de: Cidade Verde  -  04 de Junho de 2010

Uma audiência no próximo dia 9 de junho vai fixar os prazos para o cumprimento de um Termo de Ajuste de Conduta entre o Ministério Público Estadual e a Secretaria Estadual de Saúde do Piauí.

 

O órgão terá de fazer modificações no atendimento aos pacientes renais crônicos e transplantados.

- "Eles vão desde contratações de mais farmacêuticos até a melhor adequação do espaço físico", diz a Promotora de Justiça, Leida Maria Oliveira Diniz.

A TAC foi firmada entre o Ministério Público e a Secretaria após uma audiência pública sobre o tema realizada na Assembléia Legislativa no início do mês passado.

http://www.jusbrasil.com.br/politica/4960897/mp-dara-prazos-para-estado-mudar-atendimento-a-renais-cronicos
O primeiro medicamento fabricado a partir de células estaminais poderá ficar pronto para ser sujeito à avaliação da Agência Europeia do Medicamento (EMEA) já no final deste ano.



O primeiro medicamento fabricado a partir de células estaminais poderá ficar pronto para ser sujeito à avaliação da Agência Europeia do Medicamento (EMEA) já no final deste ano. No caso de ser aprovado, poderá ser comercializado em 2011.

A EMEA anunciou ontem que foi informada da “intenção de uma farmacêutica europeia em apresentar a primeira candidatura para autorização comercial de um produto fabricado a partir de células estaminais”. O nome da empresa não foi revelado nem a possível aplicação terapêutica.

A investigação em células estaminais tem vindo a desenvolver-se a um ritmo acelerado nos últimos anos e, na Europa, estão já em fase de testes clínicos 40 tratamentos. São medicamentos que utilizam as células estaminais para regenerar tecidos perdidos ou danificados e para tratamento de diversos cancros. A maioria destes medicamentos em teste utiliza células estaminais adultas.

Fonte:

http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/primeiro+medicamento+fabricado+a+partir+de+celulas+estaminais+pode+ficar+pronto+este+ano.htm

Doutorando da UFJF recebe premiação em conferência internacional

Doutorando da UFJF recebe premiação em conferência internacional

O aluno do curso de pós-graduação em Saúde Brasileira da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Maycon de Moura Reboredo participou da Conferência Internacional da Sociedade Toráxica 2010, na cidade de New Orleans, nos Estados Unidos, onde recebeu o prêmio “International Trainee Travel Award”. A premiação em dinheiro é dada a pesquisadores vinculados a programas de pós-graduação que enviam trabalhos para serem apresentados durante o evento.

O trabalho premiado avaliou os efeitos da prática de exercícios aeróbicos por pacientes com doenças renais crônicas durante sessões de hemodiálise no Hospital Universitário (HU) da UFJF. Vinte e quatro pacientes participaram do estudo, sendo que somente alguns do grupo realizavam os exercícios. As atividades físicas eram supervisionadas e realizadas três vezes por semana. Os pacientes utilizavam um cilcloergômetro, uma espécie de bicicleta com um programa que determina, após realização de provas com vários patamares de esforço, a capacidade respiratória da pessoa. Todos os pacientes foram submetidos a avaliações cardiorrespiratórias antes e após o início do estudo. Após 12 semanas, foi possível observar o aumento da tolerância aos exercícios e a redução na fadiga muscular naqueles que praticaram as atividades físicas.

A pesquisa foi orientada pelos professores Rogério Baumgratz de Paula e Bruno do Valle Pinheiro e contou, também, com a parceria do docente José Alberto Neder, do curso de pós graduação em Fisiologia do Exercício da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Eles pertencem ao Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Nefrologia (Niepen), da UFJF, e ao Serviço de Pneumologia do HU.

Para Maycon, autor do projeto, a experiência de participar da conferência foi enriquecedora. “A apresentação da pesquisa em um evento desta magnitude permitiu o contato com os melhores pesquisadores do mundo na minha área, além de divulgação do nosso projeto.”

Conferência

Realizado entre os dias 14 e 19 de maio pela entidade norte americana American Thoracic Society (ATS), a conferência apresentou as informações mais recentes sobre o diagnóstico e tratamento de doenças respiratórias, doenças críticas e distúrbios do sono, e contou com a participação de mais de 14 mil clínicos e investigadores de 90 países. Além da apresentação de trabalhos científicos, aconteceram sessões para médicos com relatos de casos originais de diversas localidades do mundo. Entre os muitos temas apresentados na área de medicina pulmonar para adultos e crianças foram discutidas novas perspectivas para o tratamento de doenças como asma, DPOC, câncer de pulmão, apnéia obstrutiva do sono, hipertensão pulmonar, fibrose cística, SARA, e sarcoidose.

Outras informações: (32) 2102-3848 (Programa de Pós-Graduação em Saúde – UFJF)

www.thoracic.org

www.ufjf.br/ppgsaude

mudança no perfil do doente renal

Pesquisadores publicaram no dia 3 de junho a descoberta de 2 novas mutações em vírus de Influenza Sazonal H1N1, que leva o vírus a resistência de 3 a 4 drogas para combate à gripe.

Pesquisadores publicaram no dia 3 de junho a descoberta de 2 novas mutações em vírus de Influenza Sazonal H1N1, que leva o vírus a resistência de 3 a 4 drogas para combate à gripe.

O estudo publicado no “jornal” Science inclui um alerta de cientistas para que todos prestem muita atenção a possíveis mutações graves em novos vírus, incluindo entre eles o H1N1 pandêmico, causador da chamada “gripe suína” ou “Gripe A”.

A informação foi recebida por e-mail via Promed, sendo que o resumo integral (em inglês) pode ser lido em: http://www.reutershealth.com/en/index.html.

Já a matéria original da Science encontra-se no link: http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/sci;328/5983/1272.

- Esse tipo de mutação já vem sendo motivo de alerta pela Recombinomics a longa data, advertindo ao mundo acerca dos perigos que podemos ter pela frente num futuro próximo, mas muitos preferem acreditar mais nas chamadas “teorias da conspiração”, e esperam para ver, acreditando que tudo não passa de “golpes” da indústria farmaceutica, simplesmente pela ignorância de não observar o passado de nosso planeta e a grande quantidade de pandemias que já tivemos. Infelizmente temo que o futuro possa ser um tanto tenebroso para daqui a poucos anos..

(precavido.com)

Trabalho aponta disparidades nas filas de transplantes de órgãos

Trabalho aponta disparidades nas filas de transplantes de órgãos


Trabalho aponta disparidades nas filas de transplantes de órgãos

Renata Moehlecke

O Brasil é o segundo país com o maior número de transplantes de órgãos no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, sendo o Sistema Único de Saúde (SUS) o responsável pela administração e financiamento das operações. Apesar de o número de transplantes ser elevado, não existem indicadores oficiais gerais do tempo de espera nas filas, isso considerando também as disparidades geográficas encontradas, que podem ser agravadas pelas dimensões continentais do país. Com base em dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), estudiosos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estimaram os tempos de espera para transplantes de coração, córnea, fígado, pulmão, rim, pâncreas e transplante simultâneo de rim e pâncreas nos anos de 2004 a 2006.

 A fila para transplantes no SUS para cada órgão ou tecido é única e o atendimento por ordem de chegada, considerados critérios técnicos, geográficos, de compatibilidade e de urgência específicos para cada órgão

A pesquisa aponta que a quantidade total de transplantes realizados passou de cerca de 11,7 mil para quase 13 mil, o que representa um aumento de aproximadamente 20% em relação ao ano inicial de estudo (2004). “Os resultados indicam redução na espera por alguns órgãos (córnea e pâncreas), elevação em outros (fígado, coração, rim/pâncreas) e ligeiras flutuações, sem tendência muito definida, nos transplantes de rim e mos transplantes de pulmão ao longo do período estudado”, afirmam os pesquisadores em artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz. “Os estados das regiões Sul e Sudeste (com exceção do Rio de Janeiro) e Centro-Oeste tiveram os menores tempos de espera e as maiores taxas de atendimento do país”.

O estudo ainda indica que, no Nordeste, Pernambuco e Ceará se destacaram positivamente por apresentar tempos estimados de espera relativamente baixos e por suas elevadas frequências de realização de transplantes, em especial de rim, fígado e córnea. No Sudeste, e no país, São Paulo se destacou pelo seu desempenho, que mostrou um relativamente menor tempo de espera, em razão das elevadas frequências de realização de todos os tipos de transplantes. Com relação ao número nacional de transplantes realizados no período verificado, São Paulo é responsável por 42% do total.

Já o Rio de Janeiro apresentou um quadro problemático: o tempo de espera na fila de transplantes é ruim na maior parte dos órgãos analisados, com exceção do transplante de pulmão, que possui os menores prazos de espera do país. “Mas ressalva-se que, nesse caso, apenas quatro estados (São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais) realizaram transplantes (135 procedimentos no total) nos três anos analisados e que o Rio de Janeiro realizou apenas 14 desses transplantes”, comentam os pesquisadores. O estado também teve o maior tempo de espera para transplante de córnea em 2006, o que significa que, praticamente, essa atividade não foi realizada na rede pública. No mais, o Rio atendeu somente 2,51% da demanda total de transplantes de córnea e, no Brasil, a taxa de atendimento é de 26,63%. A situação também é desfavorável para transplante de rim: a taxa de atendimento é de 6,25%, enquanto no Brasil é de 8,43%.

Nos demais estados, as disparidades das razões de atendimento para transplante de rim variam de 0,12% no Mato Grosso a 32,72% em Santa Catarina. “Encontramos tempos mínimos de espera que vão de elevados 424,5 anos no Mato Grosso a 1,03 anos em Santa Catarina”, explicam os pesquisadores. “O Mato Grosso fez apenas um transplante e apresentou 848 pessoas na fila de espera”. No caso de transplantes de córnea, o estado da Paraíba se destacou com uma taxa de atendimentos de 62,5%, a maior do país, sendo a média nacional de 28,63%.

No artigo, os pesquisadores explicam que, no Brasil, o transplante de órgãos, por doação ao Estado, somente pode ser feito após a morte encefálica do doador, que pode ser natural ou acidental, e com concomitante funcionamento dos órgãos que serão doados, após obrigatório consentimento familiar. A morte encefálica deve ser devidamente diagnosticada por uma equipe médica e o transplante autorizado pelo SNT. Uma vez constatada por médico a necessidade de transplante, o paciente candidato a receptor é colocado na lista de espera. A fila para transplantes no SUS para cada órgão ou tecido é única e o atendimento por ordem de chegada, considerados critérios técnicos, geográficos, de compatibilidade e de urgência específicos para cada órgão.

http://www.fiocruz.br/ccs/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=3373&sid=9
Estados Unidos McDonalds recolhe copos contaminados com cádmio
Estados Unidos
McDonalds recolhe copos contaminados com cádmio
A cadeia de fast-food McDonalds vai recolher 12 milhões de copos promocionais com a personagem da Disney Shrek depois de ter detectado a presença de cádmio, uma substância cancerígena, nas pinturas

Os quatro modelos de copos faziam parte da campanha de promoção do novo filme de Shrek, o popular monstro verde da Disney, e eram vendidos a 2 dólares nos restaurantes McDonalds norte-americanos.

Agora, o gigante da restauração pede a devolução de todos os copos depois de detectada a presença de cádmio, uma substância que provoca doenças oncológicas, problemas renais e enfraquecimento ósseo. O cádmio, presente na pintura dos copos, pode ser ingerido por crianças que toquem nos objectos contaminados e a seguir coloquem as mãos na boca.

Mais de 12 milhões de copos foram produzidos para a campanha de promoção do filme da Disney.

 

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=174693
  
Encontro vai orientar sobre transplante de rins

Encontro vai orientar sobre transplante de rins

 
  
 
 
 
 
 
 
Encontro vai orientar sobre transplante de rins
 
Profissionais da saúde vão esclarecer dúvidas de pacientes e familiares.
 
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>   Novo Hamburgo - Conhecida como uma doença silenciosa, a insuficiência renal afeta milhões de pessoas em todo o mundo. No Estado, segundo levantamento da Central de Transplantes do Rio Grande do Sul, 1.758 pessoas aguardam por um transplante de rim. Para orientar os portadores da doença que desejam abandonar as sessões de hemodiálise e encarar a fila de espera, o Instituto de Nefrologia de Novo Hamburgo realiza hoje o Encontro sobre Transplante Renal. Será na sede do instituto (Nações Unidas, 2050) às 14h30min e reunirá nefrologistas, enfermeiros e assistentes sociais que esclarecerão aos pacientes os procedimentos para encaminharem a cirurgia. Segundo a enfermeira Kátia Goulardt, o encontro servirá também para orientar os familiares dos pacientes que desejam ser doadores. "Se uma pessoa com insuficiência renal tiver um doador na família, seu tempo de espera será bem menor. Basta avaliar a sua compatibililidade", esclarece a enfermeira.

Exemplo - Tranquilidade e disciplina são as dicas do vendedor Marcos da Silva, 27 anos, para lidar com a insuficiência renal crônica. Ele descobriu em 2004, durante um mal estar ocorrido no trabalho. "Tinha apenas 21 anos e nunca havia feito um exame de pressão. Ano passado iniciei a hemodiálise". relembra ele, que garante não perder o ânimo por causa da doença. "Estou tranquilo, estou me encaminhando para entrar na fila de espera e cuidando da alimentação".


SAIBA MAIS


Existem no Rio Grande do Sul 1758 pessoas aguardando transplante de rins

A clínica do Rim de Novo Hamburgo realiza diariamente 66 sessões de hemodiálise
Exames de urina e de creatinina no sangue são fundamentais para diagnosticar a doença

Na região, três hospitais de referência realizam transplantes de rim

Hospital da PUC, Hospital Santa Clara e Hospital das Clínicas de Porto Alegre

Os sintomas


1 Pressão alta, perda de apetite, cólica renal e sangue da urina são alguns dos indícios da perda das funções renais


2 Pessoas hipertensas ou com diabetes estão mais propensas a desenvolver a doença


3 Inchaços no rosto e palidez cutânea também podem ser sintomas de doença renal


4 Histórico de doença renal na família requer atenção


Foto: Charles Helmich/ GES-Especial
Campanha incentiva a doação de órgãos

Campanha incentiva a doação de órgãos

Porto Alegre – O Ministério Público Estadual (MP) lançou ontem um programa de incentivo à doação de órgãos chamado Abra as portas do seu coração, Doe +, Doação de órgãos e tecidos + Vidas.

O objetivo do MP com a campanha é aumentar o número de transplantes no Estado, por meio da conscientização sobre a importância de ser doador de órgãos.

http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,2922305,157,14806,impressa.html

Hospital dos EUA é absolvido por transplante fatal

Hospital dos EUA é absolvido por transplante fatal

Por AE

São Paulo - Um importante hospital de transplantes, o Centro Médico Langone da Universidade de Nova York (NYU), foi absolvido da morte de um homem que desenvolveu câncer após receber um rim de uma mulher que não sabia que tinha câncer de útero.

O paciente, Vincent Liew, terminou por morrer em 2002, e sua família moveu ação contra o hospital por erro médico. O advogado do hospital defendeu que o caso era raro e que o resultado do transplante não poderia ter sido previsto pela equipe médica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE

DESCOBERTAS DO PROJETO GENOMA TORNAM CADA VEZ MAIS COMUM A REALIZAÇÃO DE TESTES GENÉTICOS, ATÉ PELO CORREIO


DESCOBERTAS DO PROJETO GENOMA TORNAM CADA VEZ MAIS COMUM A REALIZAÇÃO DE TESTES GENÉTICOS, ATÉ PELO CORREIO

Não confunda com um mapa astral, mas ele indica doenças que você pode ter na vida, comportamentos a evitar e descreve suas características pessoais. Esse é o resultado de um estudo personalizado de DNA. No passado, esses exames chegaram a custar US$ 20 mil. Agora, são oferecidos por US$ 1 mil. Pela internet, você acessa um dos sites que oferecem o teste, paga usando um cartão de crédito e recebe pelo correio um kit para coleta de DNA. O deCODEme.com é um exemplo de empresa que aceita pedidos de brasileiros e solicita que o cliente colete células da mucosa bucal e envie as amostras pelo correio.

Essa nova era da medicina, propiciada pelas descobertas do Projeto Genona Humano, concluído em 2003, também provoca uma revolução na indústria farmacêutica, que utiliza o conhecimento genético para desenvolver medicamentos direcionados para subtipos de doenças que acometem grupos específicos de pacientes.


No caso do teste genético oferecido pela internet, a metodologia usada não permite uma leitura completa do genoma. A empresa analisa os chamados polimorfismos de nucleotídeo único ou SNP – algo como um erro de cópia na modificação de uma única letra, na sequência genética. Para alguns cientistas, nessas mudanças estaria a chave para entender as diferenças entre as pessoas. Os testes analisam cerca de um milhão de polimorfismos, enquanto que o genoma carrega cerca de 30 milhões.


DNA pela internet


O médico Sérgio Pena do Gene – Núcleo de Genética Médica em Belo Horizonte –, um dos maiores especialistas na área no país, decidiu testar um desses serviços oferecidos pela internet. Ele enviou uma amostra à empresa islandesa deCODEme Genetics. Por US$ 985, o deCODEme realizaria uma avaliação do risco genético para algumas doenças comuns.


O kit com a coleta do material foi enviado pelo correio. Além de informar sobre a cor dos olhos, grupo sanguíneo, tolerância à lactose e ao álcool, o relatório apontou que o médico tem um risco 1,08 vezes maior do que o da população geral para desenvolver doença renal crônica, 1,4 vezes para obesidade, 1,4 vezes para asma e artrite reumatoide.


A médica Fernanda de Lima, do Hospital Albert Einsten, mostra preocupação quanto à validade do exame. Ela explica que o relatório da genotipagem é apoiado em estudos de amostras populacionais específicas e nem sempre se aplica a qualquer população. Por isso, esses testes estão sendo discutidos em encontros internacionais de medicina genética.


– Os testes não são de todo inválidos, eles devem ser tratados com cuidado, em especial, quando aplicados a pessoas que não fazem parte da população onde a amostragem foi feita – diz Fernanda.


A repórter viajou à Suíça a convite da Roche.

http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1161,2920854,14796

Médico Brasileiro assume importante função nos EUA

Médico Brasileiro assume importante função nos EUA

cargo será de executivo de um dos maiores segmentos de biotecnologia do mundo.

Fundador da empresa no Brasil, Rogério Vivaldi, (foto) com apenas 46 anos, médico endocrinologista pela UNIRIO (Universidade do Rio de Janeiro), com MBA pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro, estará assumindo em junho, em Boston, EUA, a presidência mundial das áreas Renal e Endócrino da Genzyme.

Fundada em Boston em 1981, a Genzyme ocupa hoje a quarta posição do segmento de biotecnologia farmacêutica do mundo. Presente em cerca de 100 países, com mais de 11 mil empregados, está no Brasil desde 1997. A empresa lidera o esforço de desenvolvimento, pesquisa e aplicação das tecnologias mais avançadas à área das biociências, buscando soluções para uma série de doenças, muitas delas raras, tais como a Doença de Gaucher, Doença de Fabry, Mucopolissacaridose do Tipo I, Doença de Pompe, Anemia Aplástica, Síndrome Mielodisplásica, Linfoma Cutâneo de células T, entre outras.

Sua carreira se confunde com a existência da Genzyme no Brasil. Em 1992, Rogério começou a acompanhar o primeiro paciente brasileiro diagnosticado com uma doença rara chamada Gaucher, um garoto de 14 anos, iniciando o seu tratamento com uma medicação que necessitava de importação, cujo único fabricante era a Genzyme. "Esse menino chegou a mim com baço e fígado muito aumentados", relembra, "pequeno demais para a sua idade, ele estava com as pernas todas roxas pois gostava de jogar futebol mas tinha infarto ósseo. Em poucos meses, com o início do tratamento, eu vi aquela criança se transformar, se soltar..."

Muito rapidamente, Rogério passou a ser indicado para atender outros casos semelhantes, começando assim o seu envolvimento com o diagnóstico e tratamento de doenças raras no Brasil. Quando percebeu, estava aceitando o convite da Genzyme para implantar a empresa no país, em 1997. Como ele mesmo diz, "sou médico e estou executivo".

Um dos destaques da sua gestão no Brasil e na América Latina foi a rápida expansão da empresa. Desde 2005, quando assumiu a região, houve crescimento em vendas e infra-estrutura superior a 300%, o que fez chegar a diversos pontos do continente a oportunidade para milhares de pacientes terem suas vidas transformadas por terapias inovadoras em áreas como Nefrologia, Oncologia e Ortopedia, além de tratamento de novas doenças raras na área genética (como Fabry e Pompe).

Uma nova regional de Assuntos de Pesquisa Clínica foi inaugurada no Rio de Janeiro e estão previstos em 2010 mais de dez estudos clínicos em cerca de 300 pacientes no Brasil, México, Argentina, Colômbia e Chile.

Atualmente, no Brasil e na America Latina, são mais de 300 funcionários compromissados com os valores e a missão da empresa.

"Rogério é um chefe dinâmico, com visão de futuro apuradíssima e extremamente humano...", afirma a presidente do Grupo no Brasil, Eliana Tameirão. "Rapidamente, ele fez com que os negócios da empresa na América Latina crescessem, e estabeleceu um mercado robusto para o Renagel, em especial no Brasil, que é o segundo maior mercado do produto depois dos EUA".

Ao ser questionado sobre os benefícios de sua transferência para os EUA, ele pensa no Brasil, e afirma: "Não deixarei de ser brasileiro. Se eu puder, trarei uma fábrica da Genzyme para o Brasil".

Rogério Vivaldi assume a nova posição em junho e, em breve, a empresa anunciará o executivo que assumirá o seu cargo na América Latina.


http://www.odebate.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=14595&Itemid=44

Descoberta científica abre portas para tratamento de lúpus

Descoberta científica abre portas para tratamento de lúpus

EFE

Cientistas dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos descobriram que a ativação de basófilos, um tipo de leucócito do sistema imunológico, causa danos aos rins de ratos, em um experimento que pode ajudar a desenvolver novos tratamentos para o lúpus.

O lúpus é uma doença que afeta vários órgãos do corpo e para a qual não existe cura.

A pesquisa dos institutos foi divulgada neste domingo pela revista "Nature Medicine" e foi dirigida pelo doutor Juan Rivera, diretor do Instituto Nacional de Artrites e Doenças Músculo- Esqueléticas e da Pele dos EUA (Niams, na sigla em inglês).

Rivera declarou que cerca de 1,5 milhão de americanos sofrem de lúpus e aproximadamente entre 60% e 70% apresentam sua forma mais grave.

O doutor afirmou que as estatísticas sobre mortalidade são menos exatas, mas calculou que o número de mortes causadas pelo tipo mais grave chegue a "milhares" por ano.

"De 10% a 15% dos pacientes com o tipo mais grave morre de forma prematura devido a falhas renais, cardíacas ou de outros órgãos", disse Rivera.

Sua equipe descobriu que ratos criados geneticamente para ter deficiência de uma proteína chamada Lyn kinase mostravam respostas exageradas a alérgenos e desenvolviam uma doença parecida ao lúpus de rim.

O estudo demonstra pela primeira vez neste tipo de rato como os basófilos ativados pelos anticorpos chamados imunoglobulina E (IgE) autorreativos podem melhorar os danos associados ao tipo mais grave de lúpus.

A pesquisa mostra que os IgE autorreativos se colam à superfície dos basófilos, o que faz com que eles se concentrem nos nódulos do baço e da glândula linfática dos ratos e gerem mais anticorpos autorreativos.

Posteriormente, os pesquisadores examinaram mostras de sangue de 44 pessoas com o tipo mais grave da doença e descobriram a presença de IgE autorreativos, assim como um aumento dos basófilos, o que sugere potenciais benefícios terapêuticos.

Rivera disse que embora a descoberta de sua equipe "não sugira uma cura" para o tipo mais grave do lúpus, o estudo determinou "um processo não reconhecido no desenvolvimento da doença, o que abre uma nova área de pesquisa com potencial terapêutico".

"Prevemos que os possíveis tratamentos que podem resultar deste trabalho possam ajudar os pacientes a aproveitar suas vidas totalmente. Estes tratamentos devem reduzir a produção de anticorpos para atrasar ou prevenir a aparição do lúpus nephritis", acrescentou Rivera.

http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI4458498-EI188,00-Descoberta+de+cientistas+americanos+abre+portas+para+tratamento+de+lupus.html

 

Projeto psicopedagógico ensina pacientes a ler e a escrever enquanto passam por sessões de hemodiálise

Projeto psicopedagógico ensina pacientes a ler e a escrever enquanto passam por sessões de hemodiálise

Doenças renais se tornaram motivo de preocupação para a comunidade médica, nos últimos anos. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia, em todo o mundo, 500 milhões de pessoas sofrem de problemas nos rins. Só no Brasil, a doença atinge 2 milhões de pessoas, sendo que 60 por cento delas não sabem.

Atualmente, apenas 33 por cento dos brasileiros com insuficiência renal crônica recebem tratamento adequado para a doença. Os 67 por cento restantes, cerca de 100 mil doentes, morrem antes de iniciar o tratamento.

Mesmo os pacientes que se tratam correm riscos de morte, já que os procedimentos não curam. Por isso, somente a prevenção é eficiente, porque evita ou retarda o surgimento do problema.

Um dos tratamentos mais comuns para a insuficiência renal é a hemodiálise. A hemodiálise é uma terapia realizada através de um aparelho que substitui as funções dos rins e filtra substâncias do sangue.

No Brasil, existem 550 centros de diálise para pacientes da rede pública de saúde e, de acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, a qualidade do atendimento é de ponta, na maior parte deles. Porém, com exceção dos centros universitários, as demais unidades de diálise recebem apenas os doentes que estão em estágio avançado da doença.//
Considerado um processo penoso, as sessões de hemodiálise fazem parte da realidade de cerca de 70 mil brasileiros, que carregam consigo histórias diferentes./ Entre elas a do analfabetismo.

Mas, um projeto realizado no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia tem solucionado esse tipo de problema. Com jogos, músicas, fotos e outros elementos da psicopedagogia pacientes estão descobrindo o mundo das letras.

Doentes que quando chegaram ao hospital não sabiam ler e apresentavam dificuldades, até mesmo, para assinar seus nomes, recebem apoio dentro dos centros de hemodiálise e estão sendo alfabetizados.

Além de ajudar a passar o tempo durante as sessões de hemodiálise que, geralmente, duram entre 3 e 4 horas e ocorrem 3 vezes por semana, vários são os benefícios que o projeto intitulado ‘Psicopedagogia e Educação em Saúde’ proporciona aos pacientes.

Pérsia Kabata, uma das psicopedagogas do programa, conta que a ideia de ensinar a ler e a escrever os pacientes analfabetos que frequentam a hemodialise, surgiu a partir de um outro trabalho que tem o mesmo objetivo: alfabetizar crianças que passam muito tempo internadas.

Pérsia diz que o primeiro passo para iniciar o trabalho é estabelecer um vínculo de confiança com o paciente que será atendido e, assim, se inserir na realidade daquela pessoa. Ou seja, para que a alfabetização seja eficiente é necessário conversar com o doente sobre sua história de vida e questões familiares.

A partir desse vínculo, a psicopedagoga traça estratégias e metas relacionadas a conteúdos que sejam significativos para o paciente. Pérsia conta que esse é o segredo do processo de ensino-aprendizagem, pois nós sempre aprendemos aquilo que é representativo em nossas vidas.

Apesar de alfabetizar, o projeto não tem apenas esse objetivo. Nas sessões de psicopedagogia outras lições também são compartilhadas, como por exemplo, noções de higiene. Pérsia diz que após as seções, ela percebe uma elevação na auto-estima das pessoas.

O tratamento da hemodiálise termina apenas se o paciente passar por um transplante de rim. Nesses casos, Pérsia conta que já presenciou histórias de pacientes que após o transplante, e com o fim das aulas, passaram a frequentar o curso supletivo, em escolas regulares.

Trabalhos como o ‘Psicopedagogia e Educação em Saúde’ do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia podem e devem ser desenvolvidos em qualquer unidade de saúde. Basta um profissional que tenha capacidade de conhecer e entender a rotina do lugar e ter paciência para lidar com as especificidades de cada paciente. Estimular a aprendizagem, segundo Persia Kabata, é estimular a vontade de viver.

Fonte: Notícias UFSCar

UE adopta o modelo de doações e transplantes seguido em Portugal e Espanha

UE adopta o modelo de doações e transplantes seguido em Portugal e Espanha

A UE decidiu seguir o exemplo bem sucedido de Espanha em transplantes de órgãos e adoptar um sistema comum baseado no modelo espanhol para regular, aumentar e melhorar estas operações. O Parlamento Europeu aprovou por larga maioria a nova directiva, e irá criar um quadro legal para facilitar as doações e transplantes no conjunto dos 27 países.
Também estabelece a criação de uma autoridade específica competente em cada país, que será responsável por garantir a qualidade e segurança doss transplante, como é feito em Espanha pela Organização Nacional de Transplantes e em Portugal pela ASST.

A directiva introduz ainda padrões mínimos de qualidade e segurança para transplantação na UE, com o objectivo de facilitar as doações "voluntárias e não remuneradas", e promover o intercâmbio de órgãos entre os Estados Membros, que têm um período de dois anos para adaptar a sua legislação nacional à directiva europeia. Espanha é, desde há muitos anos, líder mundial em transplantes de órgãos de cadáver.

 
Fonte: http://www.elcorreo.com/vizcaya/v/20100520/sociedad/adopta-modelo-trasplantes-espanol-20100520.html e http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=172987

522% a mais de doações de órgãos no Ceará


522% a mais de doações de órgãos no Ceará

A solidariedade das famílias sensibilizadas com a causa é uma das principais causas do aumento expressivo

Nos últimos anos a população cearense vem se tornando cada vez mais solidária quando se fala de doações de órgãos. Para se ter uma ideia, segundo dados da Central de Transplantes do Estado do Ceará, em 1999 foram registrados 1,8 doadores para cada milhão de habitantes, e esse número deu um grande salto em 2009, passando para 11,2 doadores. Isso significa um acréscimo de 522% nos últimos 11 anos no Estado.

Mas, as novidades não acabam por aí. Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), só no primeiro trimestre de 2010, o número de doadores efetivos no Ceará por milhão da população subiu para 19,1. Esse dado classifica o Ceará como o segundo Estado com maior número de doadores do País, perdendo apenas para São Paulo, com 22,6 doadores. Até o fim do ano passado, o Ceará ficava em quinto lugar abaixo de Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e do Distrito Federal.

Com mais doadores, as possibilidades de realização de transplantes aumentam também. O Ceará vem se destacando, e em 11 anos pode apresentar um acréscimo de 307%, passando de 188 transplantes realizados em 1999, para 767 realizados no ano passado.

Essa evolução colaborou para o fim do sofrimento de milhares de pessoas. A fotógrafa Alana Andrade, 22 anos, descobriu aos 12 que tinha insuficiência renal crônica. Foram anos procurando soluções para a doença e frequentando consultórios médicos. Na época, o tratamento indicado foi a diálise peritoneal. Desde então, foram quatro anos ligada a uma máquina durante 11 horas por dia. "Eu tinha um quarto de hospital dentro de casa, minha vida dependia de uma máquina, não podia viajar nem sair com meus amigos".

Em dezembro de 2005, Alana decidiu entrar na fila por um transplante de rins e, para a surpresa dela e de sua família, em março de 2006, após três meses de espera, ela recebeu uma ligação da Central de Transplantes do Ceará informando sobre um doador compatível. "O transplante mudou completamente minha vida, não dependo mais da diálise para sobreviver e posso trabalhar, estudar e viajar para onde quiser", relata.

Segundo a coordenadora da Central de Transplantes do Ceará, Eliana Barbosa, além da solidariedade da população, a descentralização dos serviços de captação de órgãos e tecidos também é apontada como importante no aumento das doações e transplantes.

Conforme ela, há pouco mais de um ano a captação é realizada na região Norte e no Cariri, com o transporte aéreo dos órgãos para a Capital cearense garantido pela Casa Civil do Estado do Ceará.

Ela acrescenta que anteriormente não havia uma comunicação entre a Central de Transplantes e pacientes do Interior do Estado, mas hoje, a captação é realizada tanto na Santa Casa de Misericórdia, em Sobral, tanto no Hospital Santo Antônio, em Barbalha. "A região Norte, vem ganhando um grande destaque no número de doações. Toda semana pelo menos uma doação é efetivada em Sobral", diz.

Para o secretário da saúde, Arruda Bastos, diversos fatores contribuem para o crescimento do número de doações. Ele destaca a sensibilização das famílias cearenses que, com mais informações sobre o processo de doação, estão ficando cada vez mais solidárias. "E aqui a imprensa tem sido uma importante aliada porque é recorrente na abordagem do tema, mobilizando a população para o ato de doar e salvar vidas", afirma.

Ainda segundo o secretário, é importante que a população saiba que não é necessário se cadastrar para ser um doador, basta apenas comunicar para alguém da família sobre o desejo de ajudar e doar. "Não precisa assinar documento, nem ter na cadeira de identidade que é doador, não existe mais esse protocolo, hoje é muito mais fácil. Basta querer", ressalta. Conforme Arruda, a meta de Secretaria da Saúde do Estado é poder chegar aos 1000 transplantes até o fim de 2010.

DOE DE CORAÇÃO
Campanha de solidariedade


Iniciativas como o movimento Doe de Coração, da Fundação Edson Queiroz, em parceria com o Sistema Verdes Mares, tem como principal objetivo sensibilizar a população para a doação de órgãos como um ato de solidariedade e amor.

"O movimento Doe de Coração representa para a Fundação Edson Queiroz a certeza de que a partir de atitudes firmes, como o ato de doar, podem-se produzir grandes resultados com impactos globais, tendo a educação e a mudança cultural como base para tudo", explica o presidente da Fundação Edson Queiroz, Airton Queiroz.

Segundo a diretora de Comunicação e Marketing da Universidade de Fortaleza (Unifor), Valerya Abreu, mais do que contabilizar o aumento do número de doadores, a campanha mostra como essa atitude pode mudar a vida de diversas pessoas. A campanha acontece desde 2003, conforme ela, e tem dado sua contribuição para que o Ceará seja referência na doação de órgãos, pois as ações são educativas e conscientes.

Valerya ressalta, ainda, que a campanha sempre acontece em setembro, mês em que é comemorado o Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos. No entanto, diante da necessidade, o evento pode ser repetido outras vezes no ano. A campanha de conscientização traz folders, camisas, cartazes e o apoio do Sistema Verdes Mares. Além disso, estudantes da área de saúde da Universidade de Fortaleza trabalham com o tema e levam especialistas para dar palestras na Universidade.


KARLA CAMILA
REPÓRTER

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=792222

TRANSPLANTE DE RIM CAUSA CÂNCER A RECEPTOR…

TRANSPLANTE DE RIM CAUSA CÂNCER A RECEPTOR…

FONTE: AGÊNCIA ESTADO (noticias.uol.com.br).

 

Nos Estados Unidos, um homem morreu após decidir manter um rim que recebeu de uma mulher que teve câncer no útero. Vincent Liew não sabia da doença da doadora antes do transplante e decidiu manter o órgão após seu médico dizer que o risco era pequeno.
A viúva de Liew move processo por erro médico contra o Centro Médico Langone, da Universidade de Nova York (NYU), e o júri começou a deliberar sobre o caso ontem. Para o advogado Daniel Buttafuoco, o cirurgião que fez o transplante deveria ter recomendado a remoção imediata do órgão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. AE

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